Ao escrever poesia
Em versos metrificados
Chegam-me sons aos ouvidos
Em ritmos cadenciados

Uso da inspiração
Aflora o que vem da alma
Concentro-me mantendo a calma
Escuto meu coração

No mesmo diapasão
Afinado meu querer
Juntas, rima e harmonia
Que mais eu posso dizer?

Manto diáfano, sublime
Encobre a percepção
Enfim, irão descobrir?
Cada estrofe é pulsação

Misto de sonho e desperto
Reflexos intermitentes
Conectando hemisférios
Os vendavais, as correntes

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Antonio Xavier Sobrinho, de São Paulo - SP,  precisou deixar os estudos logo cedo, para ajudar o pai no trabalho. No entanto, a verve poética e o prazer pelas Letras fê-lo na prática, um voraz leitor de tudo que lhe caísse às mãos. É admirador de grandes nomes da poesia nacional, como Patativa do Assaré, Euclides Formiga, Castro Alves, Cartola, Chico Buarque, Vinícius de Moraes e outros.

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Apoio Cultural – Contalprint – Escritório de Contabilidade Ltda e Harmonia Terapias Complementares – São Paulo – SP