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Arquivo onde você agora está.
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Postado por Clube on 08 Aug 2007 | Em: Clube
“Mulher abre a guarda muito facilmente”
(Rubens Paçoca, tatuador de praia e vendedor de amendoins)
Fomos separados no berço, eu e minhas gêmeas virtudes. Vai daí que praticamente nasci o cafajeste que hoje sou. E é premissa do cafajeste nem sofrer por sê-lo, nem se sentir culpado por impor aos outros características suas.
Fazer sofrer uma mulher? Ah! Isso é tão pouco perto do que posso fazer… Não me culpo, não! Nem estranho minha vil natureza, pois me sinto tão à vontade nela… O que seria da insensatez e da insensibilidade se eu – muito primorosamente – não levasse seus estandartes?
Acho que exalo essa masculinidade sutil, disfarçada em atitudes reprováveis. Será? Bem, que seja… Mas a quem possa pensar que não sinto quase nada ou que não dou valor a uma ardente lágrima que provoco involuntariamente, informo: como se enganam! Também eu posso sentir a força de um desejo arrasador na sua mais pura forma: a de um olhar nos olhos da vítima que vou abater. E é aí que tudo começa…
Quando faço um contato visual trato de fazer com que pareça casual, mas eu já dei uma geral no ambiente, verifiquei as possibilidades e, como diz um colega meu, considerei as “avaliáveis” (colega este que não posso afirmar que pertence à categoria, mas não afasto a possibilidade…). Eleita a minha presa, ataco sem dó nem piedade, e que tudo seja por prazer… Continue lendo»
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