Bom, meus feeds de blogues hypes dão conta de um vídeo de uma suposta filha da cineasta Tizuka Yamazaki. Como já disse, isso de pornô é relativo. Um casal nos “love”, oras, sendo que a mulher é uma japinha não significa ser quem digam que é.

Para onde um link me levou, só vi uma imagens estáticas. Alguém sabe se é mesmo quem dizem ser? Japinha é tudo igual, não é assim?

Se vale a máxima, “fale o que quiserem, mas falem de mim”, então está feito o jogo. Tizuka Yamazaki é diretora de cinema talentosa,  (fez “Gaijin”, sua mais famosa obra) e é daquela geração de diretores/produtores de Cinema que teve carreira truncada por ocasião do apequenamento do Ministério da Cultura, no Governo Collor.

Tizuka chegou a ser, inclusive, convidada para dirigir novela de televisão, mas não de seu ínicio. Foi uma opeação salvamento de uma novela que despencava na audiência e, com a cineasta, tentaram revigorá-la. Não deu certo, senão, eu lembraria mais.

Além dela, lembro com reverência de Carla Camurati, como diretoras do Cinema Brasileiro que revelaram talento ímpar na direção de suas obras e que mereceriam hoje, as condições que faltavam na época.

Fico meio que Dom Quixote com os critérios de distribuição de verbas para patrocínio no Brasil.

De Cinema, só para ilustrar, lembro quando estive com um gerente da CEF, conhecido meu, e lamentei o fato da Carteira dos Funcionários da Caixa (que dispensam verbas para produções culturais) estarem patrocinando o “A Grande Família”, o filme como as mesmas gags e pessoal do seriado da Globo.

Não são um pé no saco essas coisas? Puta que pariu… Como é que instituições desse porte não têm em seus departamentos culturais, pessoas realmente entendidas de Cultura?

Para eles, mando a Lady Kate: “Dinheiro vocês têm. O que lhes falta é glamour”. E gastam com essas porcarias sem qualidade, que só não viram vinagre em seis meses porque digitalizam rapidinho.

Um bando de filhos da puta, todos. Não os conserto, mas posso xinga-los.

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