Passa o tempo e ainda sem solução, o caso de Madeleine Mc Cann. Agora, entramos nós, brasileiros, num drama humano de proporções mediáticas de proporções equivalentes, respeitando as proporções do que possa ser a imprensa no Brasil e em toda Europa.

O assassinato da menina Isabella coloca em evidência a estúpida natureza humana, sobejamente já revelada. Crianças como ela morrem todos os dias e aos montes. Perdemo-las para o desgoverno com a dengue, para o tráfico de drogas e para a pobreza, na tal mortandade infantil.

Essas, ficam apenas nas estatísticas porque não temos a quem carimbar como suspeito. Mas sabemos que o culpado é a corrupção que suga recursos mas corruptos, os códigos não definem como assassinos. A corrupção alimenta um estado do “faz de conta”, perpetua o tal “sistema que ocupa-se apenas do sistema”.

Além de Isabella, surgem como nomes no envoltório o de seu pai Alexandre Nardoni, sua madrasta Anna Carolina Trotta Jatobá e sua mãe, Ana Carolina Cunha de Oliveira.

Muitos nomes iniciados pela letra “A“, duas Ana Carolina (diferença, um “n” a mais) e ambas, com quatro nomes. Já reportaram o primeiro café da manhã na cadeia da madrasta, não foi? Agora, que tal consultar numerólogos haja vista o volume das coincidências?

Com licença, vou ali vomitar e já volto.

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