Natalia Guimarães - Miss Brasil 2007Calma, não é notícia ainda. É apenas um exercício futurista no país do “não“, que não significa exatamente o “não” em sí.

Acabo de ver uma entrevista do presidente Lula onde ele diz que a turbulência americana não afetará o Brasil. Simples, direito e sempre se dirigindo ao seu fiel público, o presidente Lula é expert em dizer em meio a uma multidão, sem constrangê-la, aquilo que só interessa que seja ouvido por determinado público: sua massa de devotos.

Ser da massa é uma coisa. Agora, “estar” na massa em estado permanente de “ser” independendo de turbulências de tráfego, é um exercício mais complexo, que exige capacidade.

E Lula tem essa capacidade. Se faz isso orientado para um estado permanente de palanque, por pura intuição ou vive num um “zen” permanente, não sei.

Qualquer economista pode dizer que se a turbulência imobiliária americana ameaçar um mísero meio-pontinho em sua economia, o planeta inteiro sentirá as ondas geodésicas do tremor vindo de seu epicentro econômico.

Em política o tempo é assim mesmo, diferente do tempo contado em outras atividades. Poderia o presidente dizer algo como “esperamos que seja um fato de fácil assimilação pela economia americana, de forma que o mundo não sofra abalos”? Claro que não. Um governante precisa mesmo se mostrar permanentemente otimista perante os governados.

Como não sou economista, não tenho capital para me preocupar e nunca vi empresário não chorar, aconteça o que acontecer ficará tudo como antes no quartel de Abrantes.

A Natália Guimarães? Ah, sim… Você quer saber se ela vai tirar roupa para a Playboy? Bem, quantas “desnudáveis” já não falaram “não” no país onde o “não” não quer dizer precisamente “não“?

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