Lindsay LohanNada existe de mais fácil como matéria-prima para faturar muito em cima, que celebridades. Claro, desde que haja a junção de criatividade (a idéia genial) e o veículo.

Como já notou quem por aqui circula, observo com admiração essas idéias simples, impossíveis de serem repetidas dentro do espaço de tempo de, no mínimo, uma década.

E mais: que tal se a idéia for de custo mínimo em sua execução? Ou de nenhum custo?

Deixar-se fotografar caracterizado como alguém, não me parece ilegal. E se esse alguém for bem mais que apenas uma personalidade, mas um mito, menos ainda.

Já imaginou algo assim, de alguém ser proprietário de imagens como a de Che Guevara, por exemplo, e ninguém puder mais usar uma barbicha parecida com a sua e uma boina, sem ter que pagar direitos autorais por isso?

O mais perto disso que consigo lembrar e que tenha dado algum problema, foram as imitações humorísticas na televisão. Lembram quando Silvio Santos embaçou legal com o Tom Cavalcante por causa da personagem Silton Santos?

Mas só aconteceu porque o humorista estava sequestrando audiência do original. Já para o Silvio do Ceará do Pânico, Silvio Santos até assinou uma autorização.

O que dizer então, de chargistas e cartunistas? Essa turma sim, tripudiam legal com a imagem de famosos. E políticos também, é claro, que são bem mais sensíveis a isso.

Marilyn Monroe, é um mito mundial. O fotógrafo de uma de suas séries de fotos mais famosas, (se não for a) Bert Stern, ainda é vivo. E tem ai alguma celebridade meio que despencando na popularidade (mas não totalmente despencada) ou tarada por uma capa?

Tem sim. Temos Páris Hilton, Amy Winehouse, Lindsay Lohan, Britney Spears

Comecem pela mais desesperada. Quem posaria grátis, apenas pelo prestígio? Lindsay Lohan topou. E correndo. Bert Stern topa também? Então, correndo todo mundo!

Conclusão: O site da New York Magazine pulou de seus 1 milhão de visitas diárias para 40 milhões no dia em que nele, “vazaram” (01) as fotos. O site faturou US$ 500 mil de publicidade nesse dia e os efeitos dos dias seguintes, não devem também, ter decepcionado. E ainda, milhares de assinatura da revista, quem duvida?

Por aqui seria possível algo assim? Observando-se as devidas proporções, é claro.

01 - Já falei que não acredito nem a pau nisso de “vazar” fotos. É truta.

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