Confirmado o Brasil como sede do próximo Campeonato Mundial de Futebol (que também atende por apenas “Copa”), faltou o Pelé na solenidade.

Barrado que está desses bailes por divergências com Ricardo Teixeira, presidente da CBF, o Negão estava na Alemanha a menos de 400 Km do local da solenidade, na Suiça. É o que rola entre jornalistas da área.

E ninguém duvide que tais divergências não seja por intere$$es. O futebol mundial é uma inesgotável mina de ouro e dirigentes perpetuam-se em seu comando.

Mas, barrar Pelé em qualquer solenidade do futebol mundial, equivale ao Papa celebrar uma missa e barrar Jesus Cristo (1).

Muito ainda deverá ser escrito sobre o assunto e já detectei dois artigos na blogaria: do Marmota e da Lu Monte. Esse, coincidente em visão com uma postagem que fiz (Pan é circo) por ocasião dos Jogos Pan-Americanos no Rio de Janeiro.

A priori, dado ao milionário mercado do futebol, uma Copa no Brasil é ótimo para o país. Resta à sociedade ficar atenta aos limites da corrupção e do descaminho do erário. (Quanto mesmo? 20%? Acima disso vamos chiar!)

(1) - Não é minha. Li faz tempo, escrita por colunista que não lembro mais quem, quando Pelé foi barrado por João Havelange (Mumm-Ra do futebol e sogro de Ricardo Teixeira) da solenidade de sorteio das chaves para a Copa do Japão.

Ricardo Teixeira “herdou” a CBF de João Havelange.

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