Seu Madruga e Serginho GroismanEstou editando um outro livro, Antologia Cem! do Clube Amigos das Letras, e esse é um trabalho que estou habituado a fazer pela noite.

Sossegado, os servidores estão mais velozes e o computador fica menos penoso.

A televisão fica ligada com o som bem baixo, quase inaudível, uma companhia ao fundo. E nessas altas horas, valendo o trocadilho, é hora do programa do Serginho Groisman.

Por vezes, algumas boas atrações. Por outras, sofríveis. Mas sempre como atração um dos integrantes da equipe técnica do programa, a quem chamam por seo Madruga.

Por azar dele, um sósia da personagem do seriado Chaves do qual emprestaram o nome para seu apelido.

Pois bem. É um sujeito boa praça pelo visto, mas com alguma disfunção emocional: ele não consegue articular uma frase sem chorar copiosamente. A seco, sem lágrimas.

Quando dá pelas tantas, lá vai o Serginho a chamar o seo Madruga para umas palavras. E sempre, uma “mensagem edificante” aos jovens, um clamor choroso por qualquer coisa das quantas, de sua cabeça de homem simples. Esse seo Madruga é um pauerpoint miguxo em pessoa, o próprio.

Já deu. Ninguém se toca? O rapaz pode ser um eletricista de manutenção ou outros quetais por ali. Ponto. Uma ou duas vezes que o apresentassem, bastaria. Deveria ser preservado. Fosse meu pai, eu acharia indigno, juro que acharia. Vão à merda…

Sabem, essas são as tais “grandes chances” que depois dão porcaria com a vida das pessoas. Tá demorando para que um espertinho tenha a grande sacada de um filme de humor com esse cidadão, graças à popularidade conseguida.

Faz o filme, fatura alguma grana e depois, não quer voltar para a função que desempenhava. O ego não permite. Mas também, não é artista para dar continuidade na carreira. Cairia na cachaça e conheceria a morte por alcoolismo ou cirrose hepática?

Vocês pensam que brinco, né? Lembram de um câmera man do programa do JÔ Soares, ao qual o apresentador chamava por Eddie Murphy, pela parecença? Da última vez que dele eu soube, o homem estava na mais desamparada penúria. Vivo, nem sei mais se está.

Fama fugaz, é uma bosta. Vide os bigue bróder que não têm bunda para vender.

Uma outra figuraça que frequenta os palcos da TV Globo desde os tempos do Programa do Chacrinha, é o Russo. Também, feio de doer. Aliás, isso até parece credencial para ser um auxiliar de palco de sucesso: a feiura.

OBS: Essa postagem está recheada de devaneios idiotas. Eu a comecei e não sabia como terminar. Tem uma pentelha aqui no MSN tirando minha concentração. Se você conseguir aproveitar alguma coisa, sirva-se.

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