Mariana Ximenes dá, mas só com todo respeito.
Postado por Sergio em 18 Nov 2008 em 05:15 pm | Em: Televisão
Voces até podem achar que não tenho nada melhor para fazer ou que mesmo, nada tenho a fazer.
Tenho sim, e muito. Ando numa adrenalina que só. Mas terminado as tarefas do dia (pelo menos, por agora) leio os fides, as caixas postais e dou um pulo no Uol para espiar as coisas do mundo.
Eu até ia publicar aqui a bunda daquela gaúcha que venceu um concurso da bunda mais bonita do mundo, a Melaine Nunes Fronckoviac (é… uma linda e gostosa bundinha e graças a Deus eu gosto) refletindo meu estado de humor com o mundo, com essa face gozada (valendo como imagem retórica aquela cena que o trocadilho bem possa ter feito você imaginar…) da natureza humana.
O mundo dos homens pode parecer sem rumo que o macaco no homem releva isso totemizando a si como a última bolacha recheada do pacote. A natureza humana é mesmo mané e isso nunca irá mudar.
Bem, voltando à Mariana Ximenes…
Cliquei numa chamada e vou lá para o Glamourama, da Joyce Pascowith e tem isso:
Mente aberta
18/11 - 09:30 - Mariana Ximenes estava sem meias palavras nessa segunda-feira na pré-estréia carioca de “A mulher do Meu Melhor Amigo”, no Shopping da Gávea. No filme, rola uma troca de casais, e claro que perguntamos para a atriz o que ela acha da idéia. Esperávamos uma resposta vaga, mas ela veio com essa: “Vale o que você estiver a fim. Entre quatro paredes vale tudo, desde que com caráter, lealdade, respeito”.* Então veio a pergunta: “Você é casada… Isso pra você é inviável, né?”. E Mariana, surpreendendo mais uma vez, disparou: “Cada pessoa faz o que quer com o seu casamento, desde que com caráter, lealdade, respeito”. Recado dado!
Como é que é?
Seria mais ou menos assim? “Olha, eu vou trepar com você mas não vou gozar, tá? Só trepo com você com caráter, lealdade e respeito.”
Eu estou ficando velho, eu acho…
Mas não pelo fato da liberalidade em si, nada disso. Cada um que se decida pelo que quiser, mas cá com a gente, eu acho que essa menina nem quis dizer isso.
É mais, acho que estou ficando intolerante com a burrice.
O que ela quis, foi não dizer algum lugar comum mas faltou categoria para tanto.
Repórteres inventam de fazer perguntas apropriada ao meio, o veículo, o público e o alvo que provoquem algum embaraço que renda uma boa foto, uma boa imagem e até, alguma resposta espirituosa.
Mas não. Na falta de neurônios e um mínimo de cultura para safar-se com alguma espirituosidade, tome lá uma resposta que se pretendia com ela, primeiro, fugir de algum lugar comum.
E fala a merda que não disse. (Intencional? Uma polemicazinha vazia para estar na média? Duvido. Foi burrice pura mesmo)
Lembrou a inutilidade de entrevistas com jogadores de futebol de antanho, na saída do gramado.
O coitado do repórter de campo nem se preocupava mais em elaborar perguntas. Era padrão:
Na entrada em campo:
O repórter: “E como é que está a equipe para o jogo?”
A resposta: “O time tá bem, treinamos bastante e vamos respeitar o adversário e buscar a vitória.”
No final do primeiro tempo:
O repórter: “E então, vocês esperavam esse resultado no primeiro tempo?”
A resposta: “O time tá correndo atrás do resultado que é importante na tabela e agora vamos ver o que o professor manda fazer no segundo tempo”.
No fim do jogo:
O repórter: “O que você achou desse resultado?”
Ganhando, a resposta: “Eu quero agradecer aos meus companheiros, agradecer à torcida que sempre nos apoiou e vamos pensar agora no próximo compromisso”.
Perdendo, a resposta: “É… nós corremos, nós lutamos, mas infelizmente não deu. O negocio agora é levantar a cabeça e temos ai a semana que vem para se preparar para o próximo compromisso”.
Os jogadores de futebol melhoraram, e muito, depois disso. Agora eles conseguem comentar um pouco a partida, sua participação no jogo e até fazem cáclculos de classificação com a tabela.
Eles, que sequer precisam aprender a ler ou escrever para ser um craque de bola.
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