Wagner Love, bom para ele, até foi iconizado por um articulista como modelo acertado para o comportamento do boleiro, por ordem e graça do machismo brasileiro. E melhor ainda, é que não faltam pamelas butt (ou melhor, marias-chuteiras) aos montes.

O termo maria-chuteira é gíria relativamente nova entre os boleiros. Depois da reabertura do mercado europeu para jogadores estrangeiros (pelos idos de 1974), com contratos atraentes para até jogadores medíocres, criou-se uma nova aura em torno deles.

Se antes discriminados, hoje o atleta profissional de futebol dedicado encontra espaço nos clubes e com as mulheres, a ponto de tornarem-se desejo de consumo dessa parcela que é habitué nos lugares frequentados por jogadores de futebol. Em São Paulo existe e em outros estados, certamente também.

Lembro quando o memorável Telê Santana desconvocou o, em excelente fase, Renato Gaúcho da seleção por causa de uma noitada com mulheres, até o ainda mais memorável João Saldanha veio em defesa das maria-chuteiras:

- Eu quero jogador para jogar bola, não para casar com minha filha. Dar uma saidinha, pode.

Para cada nível de fama e fortuna do boleiro, a maria chuteira correspondente. Buscam desde um bom casamento, um upgrade na visibilidade e até, o fatídico golpe do útero. Formam nesse grupo desde as desconhecidas às modelos, atrizes e apresentadoras.

Essas últimas, não precisam achar o Carlito Tevez lindo.

Wagner Love e Pamela Butt vídeo

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