Claro que você já notou os assobios da platéia presente ao programa JÔ Onze e Meia sempre que o apresentador faz mínima menção de uma pose, de um gesto que possa parecer minimamente sensual. (E não sei para quem possa assim parecer…)

Uma vez, ele tirou o paletó e foi um coro só de assobios. Ele mesmo comentou algo como: “Gente, que é isso. Só vou tirar o paletó…”, meio que reprovando o exagero. Ele não havia instigado o manifesto como o vemos fazer, propositalmente.

Porque assobiam? Eu tenho cá minha teoria. Se tiver a sua, pode comentar.

Eu acho que os carinhas que estão alí na platéia, muitos deles, estão tão ouriçados pela vontade em ser foco de um mínimo de atenção, de chamar atenção para si do próprio JÔ, que têm naquele assobio (fiu, fiu!) sua única ferramenta de expressão.

Estar ali, vindo de caravanas ou sei-lá-o-que, já deve ser uma vitória, uma conquista e tanto para cada um. Se der a sorte de ser um dia em que entre os entrevistados esteja pelo menos uma outra celebridade (conte-se o próprio como a primeira) então, será a gloria para o (a) carinha (a).

Depois que o BBB mostrou que anônimos podem se tornar celebridades, em artistas sem obra, tomou conta do país uma onda de celebrismo fantástica! Parece ser frustrante não ser uma celebridade. Que coisa…

Falando em BBB, acho que deveriam mudar a sigla para PPP: Pré Peladas da Playboy.

Quem não sabe?

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