Houve num tempo, em quando se encontrava pessoas…

Aqueles encontros casuais com antigos conhecidos que faz tempo que não se vê,

Com os quais a gente não tem mais coisas em comum,

Nem nada de atual para conversar…

A alegria cortês pelo encontro, um aperto de mão, um “cumé qui tá, tudo bem?”…

E a despedida: “Puxa, a gente precisa se ver mais… Onde te encontro?”

E trocávamos endereços com a promessa de qualquer dia, “aparecer por lá”.

Mas nunca aparecíamos.

Hoje, trocamos os números de celulares: “Gravou ai?”

E nunca ligamos.

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