Dorothy Stang morta? Isso é lenda.
Postado por Sergio em 07 Mai 2008 em 08:43 pm | Em: Promos

O fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, que foi condenado como mandante do assassinato da

missionária Dorothy Stang lá pelos confins do Pará (01).
Vitalmino fez uso de seu direito a um outro julgamento e nesse, foi absolvido por 5 a 2. Ou seja: Dorothy Stang não morreu. Deve ser mais uma lenda amazônica, não acham?
Que eu saiba, Dorothy Stang é categoria de um prêmio de Direitos Humanos. Vejam só:
Diz no rodapé da foto: Brasília - Cerimônia de entrega do Prêmio Direitos Humanos 2006: presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumprimenta Maria Joel Dias da Costa, viúva do sindicalista José Dutra da Costa, o Dezinho, morto em 2000. Ela recebeu o prêmio na categoria Dorothy Stang Defensores dos Direitos Humanos.
Então, minha gente, vamos parar com esse lero-lero e nhénhénhém. Saibam separar ficção de realidade. Se não existe um mártir dos Direitos Humanos, por certo não poderia existir um prêmio com seu nome. Digo e repito: Dorothy Stang é apenas uma lenda.
Porque já não nos contavam em nosso tempo de grupo escolar? Ora, por causa do nome meio complicado, talvez.
É isso.
Bem, você pode ter outra versão para a história… sei lá. Talvez, que exista a pistolagem por hobby, que não precise de um mandante.
Talvez o cabra acorde lá, qualquer dia, meio que atravessado com o céus e decida: “Bem, vou matar uma freirinha hoje…“, dá um espreguiçada e vá lá para a tocaia.
O que a razão não explica, talvez com surrealismo se consiga.
01 - Confins? Ora, do norte de Mato Grosso do Sul para cima, para os lados do Paraguai e Bolívia e, a oeste de toda orla marítima nordestina, que lei vocês imaginam ser a vigente? Sim, da pistolagem. Destoante por mais da metade desse Brasil que não conhecemos, é a vigência da lei dos homens.
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