A idéia de emplacar uma postagem na primeira página do Digg, em dia ainda a ser determinado, foi expelida pelo Alessandro, aparteada pelo Jânio e agora eu, que meto lá minha colher de pau. Sem contar o que já meti (er…), e que pode ser visto na área de comentários das postagens linkadas.

O mais rico elemento que endossa como positivo a idéia, é de natureza. Veja… o que sempre fizemos em torno de uma idéia e estamos fazendo em torno dessa no presente momento? E-s-c-r-e-v-e-r…

E o Digg é… para coisas escritas.

Estamos então, em nossa seara.

Nós escrevemos e vamos escrever para um lugar que foi feito para coisas escritas. Assim como fazemos para o Rec6 ou o Uêba. Nada mais natural e definitivo.

Não estamos falando de fazer uma passeata, um protesto no Palácio do Planalto ou choramingar maus tratos recebidos com amigos, namoradas ou esposas.

Depois, vem o exercício. É, um exercicio.

Na escola, fazíamos exercícios de matemática para desenvolver o cérebro e ginástica para desenvolver os músculos. O exercício que a idéia do Alessandro propõe, é de organização e mobilização.

Sem exercícios, não se chega a perfeição ou, mais modestamente, a resultados regulares. Quantos de nós não ferrou seus templates exercitando instalações e modificações? Pois é… E não foi do exercício nos erros que vieram os acertos?

Pois então!?

Não precisamos provar nada a ninguém. Mas se conseguirmos o feito, certamente muitos “alguéns” nos terão em conta melhor do que agora têm. Já pensou se conseguir uma pequena nota no NY Times, mesmo lá numa obscura página interna?

É possível sim, mas não é meta.

Meta, é mostrar o quanto a atividade de blogar nos faz crescer como pessoas. Cada qual com seu objetivo para seu empreendimento, sem dúvida, mas composto com o princípio original do blog: aproximar pessoas.

Minhas sugestões para o aprimoramento de formas do Dia do Digo levam para o aspecto da impessoalidade. É um ação conjunta, organizada, pacífica, ética, cujo mérito ou fracasso será de todos.

Ou não dará mais para usar o coletivo “blogosfera brasileira” como antanho. No máximo, blogs do Brasil. Fôssemos sul-coreanos, pode apostar seu pescoço que nesse exato momento você já pensaria em participar, em inteirar-se do que já foi produzido no entorno da idéia.

Se a ação criar riqueza, ela deverá ser destinada a alguma obra social afeita. Fiz sugestões sobre isso também pelos comentários.

Entende então, amigo leitor? Não é oba-oba, guerrilha ou furdunço sem sentido. Temos muito chão para andar e, como é sabido, ele começa pelo primeiro passo.

Tá ligado?

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