Concurso público no Senado Federal

E sabem porque isso, porque teremos um concurso público no Senado Federal?

Porque os senadores voltaram atrás no propósito de abrir aquele porrilhão de vagas com salários de quase R$ 10 mil.

As vagas seriam distribuidas por indicações dos senadores – sem concurso  – o que implica dizer que seria apenas mais um vagão no trem da alegria com o dinheiro público.

O presidente do Senado, senador Garibaldi Alves, foi contrário a proposta dos novos cargos. Os senadores viram-se atulhados de e-mail de protesto.

Mas o Senado Federal precisa de funcionários.

Como?

Acontece que boa parte dos assalariados são os indicados (parentes, amigos, cabos eleitorais, amantes, etc…) dos senhores senadores. Técnicos mesmo, os essenciais, estão em falta.

A solução foi desengavetar um concurso público. O segundo semestre desse ano, eleitoral, não deverá mesmo ser de muito trabalho. Então, resolveram os senhores senadores, sabiamente, esperar para fazer contratações dos futuros concursados.

Fosse da forma original, alguém duvida que os cargos iriam para apaniguados e de reais servidores, continuariam a ressentir-se a Casa?

Só uma curiosidade: Sabem de quem é era a malograda iniciativa das contratações? Do senador Efraim Morais, o mesmo do site paraiba.com.br que inclusive, coleciona a culpabilidade por aumentar despesas da Casa.

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One comentou sobre “Concurso público no Senado Federal”

  1. Gostaria de registrar a minha insatisfação com a organização do concurso do Senado Federal. Realizei prova na cidade de recife e o que presenciei foi um festival de irregularidades.

    - Fiscais totalmente despreparados, entregando as provas antes do inicio estabelecido, depois recolhendo para novamente entregá-las.

    - Pessoas consultando apontamentos durante a realização da prova.

    - Idas aos sanitários sem nenhum acompanhamento. Pessoas discutindo questões de prova no sanitário.

    Realmente um horror!!!!

    Eu tinha um conceito melhor da FVG, mas me decepcionei muito.

    Não sei se isso aconteceu por se tratar de um concurso fortemente político.

    Realmente uma pena que uma instituição com a tradição da FGV se preste a um trabalho desse tipo e que o Senado permita uma atuação dessa forma na seleção dos seus futuros servidores.

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