Da Reserva…

Onde você não concordar 100%, me diga:

01) - Concordamos que as nações indígenas precisam ter preservados seus direitos sobre a terra.

Concordamos que foram eles os primeiros habitantes do Brasil e relegar isso, irá nos colocar no mesmo hediondo patamar de outros países que destruíram seus povos aborígenes.

Não se muda um índio de lugar. Seu lugar, é o de sua origem.

02) - Concordamos que o branco ocupante de terras indígenas ali investiram seu tempo e dinheiro não como invasores, mas incentivados pelo poder público. Ou, no mínimo, o poder público foi omisso com as invasões.

O poder público equivocou-se ou omitiu-se e, esses brancos, suas famílias e seus negócios precisam ser indenizados a preço justo para deixarem as terras indígenas.

03) - Concordamos que o Exército Brasileiro tem razão quanto à demarcação de terras indígenas de forma contínua e em em área de fronteira, que é um precedente nada tranqüilo para a segurança da integridade do território nacional.

às reservas

Agora, diga-me: parece tão impossível assim, negociar em torno dessas verdades e se chegar a uma solução consensual?

Pontos a ponderar:

Índio, quer a terra da mesma forma que o branco a quer: para explorar.

Vai longe o tempo em que o índio queria a terra como seu “campo de caça” e “cemitério de seus antepassados”.

Hoje, eles também terão que seguir as normas imposta a todos pois o que sabem é garimpar, vender árvores e criar gado. Querem comprar TV de plasma e caminhonete de cabine dupla. O que pleiteiam eles e seus defensores, é uma gigantesca fazenda.

O chamados arrozeiros, não chegam a ocupar 1% da área da reserva. Se assim for mesmo, não é razoável o enorme barulho feito em torno disso. Não me parece um problema de distante solução.

A União deve restabelecer a níveis idênticos, as eventuais perdas de arrecadação tributária dos Estados onde forem estabelecidas áreas indígenas, as reservas.

O Exército, não pode ficar desguarnecido sobre sua prerrogativa de considerar a área como território nacional e nela intervir ou estabelecer bases dentro de suas obrigações constitucionais.

Assim como poderia fazer no centro de São Paulo, do Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre…

Atualmente, encontra-se no STF uma ação contrária a lei que sancionou a Raposa Serra do Sol como reserva.

Porra, porque não conversam?

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