Na edição de imagens feita pelo telejornalismo da Globo o presidente Lula pareceu estar levando um “pito” dos togados da Suprema Corte brasileira.

Não sei você chegou a ver, mas jornalismo tem dessas coisas. Tipo, o editor da matéria escolhe as imagens (vídeos ou fotos), o mais representativas possível do espírito reinante na reportagem. Sob sua ótica, é claro.

Por isso o velho e bom conselho: para manter-se melhor informado nada como ler variadas fontes e tendências. Daí, você forma sua opinião sobre os fatos.

Fato ou ficção jornalística, valeu para enxergar coisas além da noticia, ou seja, para notar como uma democracia se constrói pelas bordas.

Primeiro, tínhamos apenas os Correios como instituição confiável, lembram? Nos últimos anos, vemos a Polícia Federal conquistando a confiança dos brasileiros.

Agora, o STF, que andou ensaiando normativas que os parlamentares ensaiam, enrolam, mentem e não fazem. Não tenho um exemplo em mente para citar, mas é simples: ao Supremo cabe dirimir questões de ordem constitucional e a Constituição, é Carta Magna que representa a vontade de uma nação.

Vai daí, que as dinâmicas vão ocorrendo, os legisladores “embaçam” para normatizar e o Supremo, interpreta segundo a Carta Magna. Não sou advogado para esmiuçar isso, mas a síntese é essa.

O executivo também deve muito nesse quesito, pois não é de agora que ouvimos falar de reformas (agrária, tributária, etc…) que atravessam campanhas, mandatos, legislaturas e não acontecem.

E o que anda ultimamente “pegando”, é o excesso de Medidas Provisórias. Nós sabemos que extrapolam em muito e o Congresso existe como quem “roda bolsinha” no Executivo, para viver de suas rebarbas.

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Agora, o excesso de Medidas Provisórias “subiu” para o STF. Diretamente na cerne, o tribunal só pode agir quando acionado. Mas acumula força moral junto da nação para impor com isso, um limite moral nas edições. Vejamos…

São comportamentos assim que dão a certeza de uma democracia cada vez mais fortalecida. A despeito dos políticos que ai estão e que, para gáudio da nação, também morrem.

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O desempate, sairá nas urnas. Alguns critérios para a edição de Medidas Provisórias deverão ser discutidos.

 

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