Em campanha eleitoral – Meia bomba

Vocês, meus amigos, podem até achar que ando muito sossegado por aqui, com todo esse tempo disponível para escrever minhas usuais melecas nesse blogue.

Tou não… Uma campanha eleitoral alinha-se depois de um certo tempo, se começada a todo gás como começou a do Wamberto.

Fiquei próximo dos demais coordenadores na última semana, para emprestar minha experiência. O que tinha de ser posto a andar, já está andando. Idéias, não faltam. O que nos faltam, são os recur$o$.

Mesmo sem eles o Wamberto tá dando uma canseira danada no poder do dinheiro. Hoje, se não ultrapassa nas pesquisas o principal adversário, está no mínimo, empatado.

Palavra de marketeiros sênior, que existem muitos por aqui.

O que ele tem feito desde o ínicio da campanha e que continua a todo vapor, são as visitas nos bairros. Isso não pode parar. Embora seja fisicamente desgastante, o contato do candidato com as pessoas é o que o revigora.

O povo é que lhe transmite as carências, donde então, são elaborados as metas de ação na campanha e, principalmente, de governo.

Continuo a escrever os programas de rádio e produzir idéias. Na medida que surgirem recursos, elas poderão ser acionadas. Ou não. Tudo depende dos rumos das pesquisas.

Mas é assim que funciona: deixar o máximo de itens como macarrão lamen: pré-cozidos. Se forem necessários, vão para a “panela”.

Enquanto isso assisto às campanhas que chegam pela televisão, para assimilar o que de novo fazem. (Só para olhos clínicos… para o eleitor comum, é tudo igual).

Por aqui, chega pela TV aberta as campanhas de Bauru, Jaú e Presidente Prudente, exatamente de onde existem as retransmissoras Globo, SBT, Band e Record dessa banda do interior de São Paulo.

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