Contra o aborto? Católicos são a favor do aborto.
Postado por Sergio em 02 Mai 2008 em 07:58 pm | Em: Política
A Igreja Católica, do senhor Papa em Roma, não é bastante para fazer valer sua cartilha dogmática posicionada contra o aborto.
Isso é o que prova uma pesquisa feita por universidades de Brasília (UnB) e do Rio de Janeiro (Uerj). Dados da pesquisa mostram que o aborto é mais uma solução de último caso no controle da maternidade, e nem tanto, de gravidez indesejada.
Curioso? Nem tanto. É a bestialidade católica que atravanca o planejamento familiar, uma plena educação institucionalizada e livre de tabus. Até quando?
Sempre que leio notícias sobre a Igreja Católica e seus dogmas, o faço com bronca.
Não bastasse seu histórico de equívocos (Galileo Galilei, Tribunais da Inquisição, seu silêncio pela própria sobrevivência durante a 2ª Gerra Mundial, camisinha, Aids, células tronco, etc..), penso na questão do aborto como uma das mais sérias da atualidade, no contexto.
Não fossem os tabus que impõe pela força de sua penetração popular, isso já estaria equacionado, educado e legislado, eliminando a proliferação de clínicas clandestinas e o comércio ilegal de medicamentos abortivos.
E o alemão, que agora esta de Papa, ainda se insinuou ao presidente Lula tentando injetar dogmas em um pais laico. O Brasil é um país de estado laico, herr Papa.
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Não sou a favor pois quem não quer filhos que se previna, mas a igraja católica também é contra os métodos contraceptivos e isso é um absurdo!
Se todos se previnissem não teriam de abortar!
Além do fato de que suas mães lhes deram o direito à vida!Por que privar outros desse direito??
Agora, em caso de estupro ou acefalia é uma coisa que ninguém deveria questionar…
Acho que o melhor é tentarmos salvar vidas, sem comprometer outras!!
Ninguém deve julgar ninguém,então que cada um faça o que quiser…Se ainda houver justiça..Um dia ela será feita!!
Isabela,14 anos,estudante…
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“Brasileiros são burros”. Seria uma generalização no mesmo nível.
Sou Católica e sou contra o aborto.
O que acontece é que as pessoas são batizadas na igreja Católica, nunca foram à uma missa, não participam da comunidade e quando questionada em pesquisa de opinião pública, se dizem “católicas”.
Católico é aquele que ama ao próximo e a Deus mas não somente isso, conhece e segue a doutrina Católica.Quem não assim o faz, não tem o direito de se auto-denominar Católico.Apenas mancha a honra dos que são verdadeiramente.
Portanto, cuidado com suas generalizações.Sua opinião eu respeito, porém escolha melhor suas palavras quando por expressá-la.
Informe-se melhor sobre o aborto e verá que isso não é solução para problema algum.Não é em país algum e não será no Brasil.
Sim, somos um país Laico.Assim como vc expressa sua opinião, a Igreja Católica expressa a dela.
Qualquer coisa, enre em contato no e-mail acima.
Adriana
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Ex-ministra que introduziu aborto na França muda de opinião
Zenit, com redação
A ex-ministra francesa de saúde Simone Veil, que introduziu a lei de despenalização do aborto em 1975, reconhece que a ciência está demonstrando a existência de vida desde a concepção.
“Cada vez é mais evidente cientificamente que desde a concepção trata-se de um ser vivo”, afirma a primeira ministra em presidir o Parlamento Europeu de Estrasburgo entre 1979 e 1982.
Seus comentários aconteceram no contexto da reportagem difundida pelo canal de televisão «France 2», em 14 de junho, no qual se mostra como na Espanha se realizam abortos até no oitavo mês de gravidez, informa a revista de imprensa da Fundação Jérôme Lejeune.
No documentário, vê-se uma jornalista grávida de oito meses a quem é proposto um aborto em uma clínica privada da Barcelona pelo preço de 4.000 euros.
A ex ministra Simone Veil, é de origem judaica e sofreu a deportação a Auschwitz. Hoje ela reconhece que esta situação é “espantosa”, mas que legalmente não é possível impedir as mulheres européias de viajar para a Espanha, pois a Corte européia afirmou que se trata de uma questão própria das legislações nacionais, e não da Europa.
A investigação jornalística constata que na França começa a ser difícil encontrar médicos dispostos a praticar o aborto por causa da objeção de consciência. “Não se pode obrigar a pessoa a ir contra suas convicções”.
Ao referir-se à introdução da lei do aborto na França, revela a antiga ministra, “o único que havia negociado com a Igreja tinha sido a impossibilidade de forçar os médicos”. “É um ponto que é preciso manter, pois não se pode obrigar ninguém a ir contra suas convicções”.
Tags: Aborto vida França concepção
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