Frederico García Lorca, El silêncio
Oye, hijo mío, el silencio.
Es un silencio ondulado,
un silencio,
donde resbalan valles y ecos
y que inclinan las frentes
hacia el suelo.
***
Lula politiqueia pelos palanques, Cesar Maia pede ao Senhor do Bom Fim que leve o mosquito da dengue para o mar, Brasilia se debate com seus dossiêgates e enquanto isso… enquanto isso… a dengue mata no Rio de Janeiro. Esse silêncio, ceifa sonhos.
Como um lamento, não sei porque, até mim veio Lorca. Silêncio! E até a dengue do ano que vem.