Como divulgar seu blog no Orkut

Postado por Sergio em 26 Ago 2007 | Em: Promos

Que tal divulgar seu blog no Orkut em sua área de recados, onde as pessoas mais passam?

Coloque lá então um banner personalizado do FeedBurner com manchetes rotativas. É fácil: acesse sua conta do FeedBurner, faça o caminho Publicar > Headeline Animator e construa seu banner.

A página de construção é animada e fácil de operar. Alterne cores, tamanhos de fontes e elementos observando o modelo no final da página.

Feito isso, clique no botão Ativar e na página seguinte clique em Next, com a opção do menu que ali se encontra, com a plataforma de seu blog. Para os de WordPress, escolha WordPress.com blog. Um pop-up se abrirá com o código de seu banner.

Ele deverá vir assim:

 

<p style=”margin-top:10px; margin-bottom:0; padding-bottom:0; text-align:center; line-height:0″><a href=”http://feeds.feedburner.com/~r/clubeletras/~6/3“><img src=”http://feeds.feedburner.com/clubeletras.3.gif” alt=”Aqui vem o nome de seu blog” style=”border:0″></a></p><p style=”margin-top:5px; padding-top:0; font-size:x-small; text-align:center”><a href=”http://www.feedburner.com/fb/a/headlineanimator/install?id=1101398&w=3″ onclick=”window.open(this.href, ‘haHowto’, width=520,height=600,toolbar=no,address=no,resizable=yes,scrollbars’); return false” target=”_blank”>↑ Grab this Headline Animator</a></p>

Aqui, eu dei cores para melhor explicar. A metade final do código que está em vermelho, você descarta. E a parte que está em azul, você edita com sua url e o nome de seu blog.

Agora, basta imprimir em sua caixa de recados do Orkut. Eu incrementei com a chamada Conheça, leia e assine meu blog, o Trivial. Análises sobre cultura de internet não vista em outro lugar. Clique no banner das manchetes entre as tags <strong><p> e </strong></p> colocado logo acima do código do banner.

Funcionará melhor, ganhará mais visibilidade se você é adepto “leio/apago” recados. Assim, apenas o seu estará sempre por ali, a vista de seus visitantes. Veja como ficou o meu.

Dica Extra 001: Reserve o código num arquivo de texto do Notepad na área de trabalho de seu computador. Assim, sempre que responder um recado ou enviar um recado novo para um amigo, você o cola logo depois de seu recado digitado, lá na página de seu amigo.

 

Dica Extra 002: Cadastre seu perfil no máximo de comunidades relacionadas que puder. É rápido e muito produtivo, na questão de acessos para seu blogue.

Outras dicas: Tenho vários experimentos de acesso em curso. Se você usar as instruções dessa página, seria legal fazer uma pequena nota em seu blogue, linkando para ela. Você sabe, um blogue vive de links. Se não linkam, não sei se o trabalho está sendo útil para alguém.

E assine esse blogue, por e-mail ou feeds. Assim, você será o primeiro a saber.

Madame Bela, o viral jabá da Playboy

Postado por Sergio em 26 Ago 2007 | Em: Hype

Para os fãs das histórias em quadrinhos, é fácil recordar o que seriam os sinais de fumaça usados para comunicação, pelos indígenas norte-americanos.

Como visto nos gibis, a fumaça produzida por um punhado de vegetação era retida por um cobertor e liberadas aos tufos. Bem como pode dar uma idéia a ilustração.

Em comunicação, seu nível de organização e complexidade é que qualifica sua definição. No caso, enquanto os rolos de fumaça estão compactos, sua mensagem é entendida exatamente como foi transmitida. Depois, quando ela começar a se deformar, o observador tende a fazer a “sua” interpretação.

A escala de eficiência de um sistema na transmissão de informação, podemos chamar entropia. Quanto maior a entropia, maior a desorganização do sistema.

Assim, olha: se eu lhe passo um bilhete escrito que você tem que passar para fulano, que terá que passar depois para siclano, será sempre o mesmo bilhete com a mesma mensagem, certo?

Agora, se o conteúdo do bilhete fosse transmitido verbalmente, bem sabemos que haveria distorções aumentando a entropia. Entenda então, entropia como desordem de um sistema.

A entropia como um novo modelo de comunicação com cada qual criando e distribuindo conteúdo encontra terreno fértil a cada inovação tecnológica. No caso de blogueiros, se antes os blogs não tinham trackback, pingback e não “se conversavam” tanto, hoje cria-se um imenso palavrório com muito pouco.

E o que isso sugere? A propagação desordenada é claro, os chamados virais. E, conversando sobre esse tema com um conhecido um dia desses, citei como exemplo recente o viral em blogs Eu quero a Madame Bela na capa da Playboy alavancado por blogueiros de porte como o Carlos Cardoso e o Mr. Manson.

Como a conversa tinha se iniciado com aquele famoso vídeo do Ronaldinho Gaúcho acertando seguidas vezes o travessão do gol (que foi armação para um viral da Nike, assim como o liquificador que destroça um iPod dias após seus lançamentos nas lojas é viral do liquificador), ponderamos sobre os recursos que estão ai dispostos para a criação de um produto entrópico: os jábás virais na internet, via blogs.

Podemos não acreditar que essa campanha da Madame Bela seja um jabá viral da Revista Playboy, porque gostamos e confiamos nos valores éticos de um Cardoso e de um Mr. Manson. Nem mesmo, acreditar que a própria Madame Bela o tenha engendrado, pois os fatos são muito coerentes com o percurso histórico. Objetivamente, qualquer suspeição é infundada.

Mas isso não retira as características de perfeição do modelo entrópico. O que significa dizer que a entropia como modelo de comunicação, pelo menos em tese, já está instaurada.

Se isso aqui (o mundo dos blogs) irá se tornar mais uma selva com antropófagos, nada de anormal. É da natureza a necessidade da existência de predadores e presas, de líderes e liderados. O pior, fica para outras mídias pois, como concorrer com um formato indefensável e onde todos os envolvidos ganham?

Ganham inclusive, o inocentes úteis no processo, pois para esses o sentimento de fazer parte basta.

De nitidamente visível, quem ganhou foi a Madame Bela, pois conseguiu quase 25.000 links no Google com “Madame Bela na Playboy” (assim restrito, com aspas), em menos de quinze dias. Se esquadrinhar mais amiúde, certamente passarão dos 30.000.

Apenas a título de comparação desse feito da blogueira, basta lembrar que Bruno Alves contabilizou 50.000 mil links no BrPoint em longos dois anos de árduo trabalho.

Padrinho/madrinha para o Secundum

Postado por Sergio em 26 Ago 2007 | Em: 100 Categoria

Procura-se. Tratar aqui.

O Google e a inteligência artificial

Postado por Sergio em 25 Ago 2007 | Em: Topetem

Ainda menino na década de 60, vi o mercado ser invadido por produtos japoneses de consumo de massa, principalmente rádios transistorizados e relógios de pulso. E Seiko era a marca do pesado relógio com “caixa” de aço inoxidável objeto de desejo do jovem da época.

A série Jornada nas Estrelas causava frisson na molecada e aquele relógio Seiko com sua pulseira de aço, tinha o poder de fazer o “barulhinho” dos comunicadores intergacláticos usados pelos tripulantes da nave Interprise, quando o abriam para o uso.

Eu já tinha lido Júlio Verne em “Viagem ao fundo do mar” (o capitão Nemo e seu mítico submarino Náutilus) e imaginava quando o homem disporia de… de… um intercomunicador, como aquele. Se Júlio Verne tinha imaginado o submarino para vagar sob os mares e o foguete que faria viagens à Lua, eu me achei no direito de imaginar o comunicador intergaláctico como realidade também.

Passaram-se algumas décadas e ele chegou. Como prêmio pela minha espera, veio até com o nome da série: Star Treck. E ele surgiu em meados dos anos noventa como apenas mais um modelo de telefone celular. Logo foi engolido pelo modelo seguinte, sempre com mais tecnologia.

Ah, mas depois, em 2001, os gênios conjuntos de Steven Spielberg e Stanley Kubrick fizeram Inteligência artificial onde um menino robô percorre pelo tempo e espaço querendo, obsessivamente, uma natureza humana. Como o Pinóquio, da história infantil.

E, nesse ponto, quando vi um artigo do Bruno Alves penso no prenúncio da realidade da inteligência artificial. O próprio Bruno, um especialista em Google, vive alertando o pessoal que segue seus ensinamentos sobre a bobagem em tentar enganar o gigante das buscas.

Já imaginou então, se o Google puder um dia entender (assim mesmo, sem aspas) tudo o que encontrar escrito, mostrado e filmado? Poder julgar e leva-lo até onde você perfeitamente pretendia? Mesmo que fosse, digamos, juntando “retalhos” de vários textos e apresentando a papinha feita? (1)

Então, ninguém mais leria sites ou blogs, mas apenas um feed frankstein montado ali, na hora. Seria ou não, o prenúncio (2) de uma inteligência artificial? Ele começou com essa ingerência em sua busca quando passou a questionar sua correção. Por certo, você já deve ter visto seus Você quis dizer:

Pois é… eis enfim, um sério candidato a Grande Irmão.

(1) - “Papinha feita” é uma expressão que encontrei usada pelo Marco, do bitaites.

(2) - Ou prepúcio?

Sinta-se um otário

Postado por Sergio em 25 Ago 2007 | Em: Videos

Quando pensamos ter algum controle sobre o que nos cerca, esse vídeo vem para provar a validade da máxima socrática: “Só sei que nada sei”.

O Dr. Richard Wiseman, protagonista do vídeo, é um psicólogo que trabalha com questões relacionadas a mente humana. Assista o vídeo e sinta o quanto podem nos fazer ver, apenas o que querem que seja visto.

 

Como as coisas funcionam?

Postado por Sergio em 24 Ago 2007 | Em: 100 Categoria

Certamente, não é estando escondido. Como esse site abrigado sob as abas do Uol.

Seu nome é howstuffworks que ainda não me faz entender porque dessa preferência por títulos em inglês. Como se pronunciaria isso para indicar para alguém? “Ah, vi lá no raustufiuorquis“.

Francamente, eu juro que não entendo o sentido mercadológico de nomes em inglês para coisas que serão consumidas e divulgadas no Brasil, país de língua portuguesa caso eles não saibam. Maldito colonialismo esse.

Mas o propósito de conteúdo do site é excelente. Ele traz a descrição detalhada do funcionamento do avião, da reprodução humana, do aquecimento global, do refino do petróleo, etc…

Conheça. Vale a pena.