Oxalambababum!

Postado por Sergio em 04 Jun 2008 | Em: Fotografia

Oxalambababum

Histórias da vida real. A minha.

Postado por Sergio em 04 Jun 2008 | Em: Topetem

Trombei com o César pela calçada da rua Primeiro de Março, a principal da cidade. Ele cumprimentou: “Ô, Chesmann, lembrei de você ontem…” (01)

Como é?, pensei. O Cesar Bigliassi (Biliassi, Biliasse… uma zorra esses sobrenomes italianos que mudam de um irmão para outro… não é verdade Cão César?) formou-se em Contabilidade comigo, em Igaraçu do Tietê.

Igaraçu do Tietê é a cidade irmã da minha, Barra Bonita. Apenas o Rio Tietê a nos separar e lá, é para onde íamos quando expulsos nas escolas de cá.

Pensam que brinco com isso?

Pois o prefeito de lá atendeu a nossos pedidos e começou uma Escola Comercial com uma sala para o segundo ano, exclusiva para alunos literalmente enxotados (ou, no mínimo, convidados a sair…) da Fundação Barra Bonita de Ensino. Inclusive eu.

E o César continuou:

“Cara, não é que encontrei o meu cartão de afiliação na CBA, a Comunidade dos Boca D´Arcos?”

Pedi que escaneasse e enviasse para meu e-mail:

CBA

Frente e verso da carteira da CBA

Éramos cães, mas da farra. Uns da pesada, outros nem tanto. Muita cerveja, encrencas com a polícia e enfrentamentos com maconheiros. Alguns de nós detestava os maconheiros porque viciavam as meninas, numa disputa desigual pela conquista.

No cruzar das galeras, era pancadaria na certa.

Estávamos em 1976, no último ano do curso, quando alguém teve a idéia dessas cédulas de identificação dos Cães da CBA.

Mais sobre, eu precisaria de um jornal para escrever todas as boas lembranças.

(01) - Um apelido meu dos tempos de engraxate. O primeiro aparelho de televisão de casa ganhamos de uma irmã por parte de pai que morava em Sampa.

Um TV dos anos cinqüenta, importado, em móvel próprio de cerejeira. Um trambolhão.

Depois do jornal noturno, filmes. Um que vi, “O bandido da luz vermelha”, contava a história de Caryl Chesmann. Contei o filme para os outros moleques engraxates e herdei o sobrenome do bandido como apelido.

São poucos os que ainda assim me chamam, mas persistem.

CPI dos Cartões Corporativos

Postado por Sergio em 03 Jun 2008 | Em: Política

Pizza

Se arriscou tratar-se de um flagrante da linha de produção de CPIs do Congresso Nacional, acertou.

A última, a CPI dos Cartões Corporativos, “dormiu” num relatório final de absurdas 936 páginas.

Dado o descrédito das CPIs o que mais dói é o desperdício de papel.

Strike!

Postado por Sergio em 03 Jun 2008 | Em: Fotografia

Numa estrada do México

Sharapova

Postado por Sergio em 02 Jun 2008 | Em: Esportes

Maria Sharapova

Com ela, um tênis revigorado.

PS: Eu disse tênis.

Mais explicandinho…

Postado por Sergio em 01 Jun 2008 | Em: Promos

Como sou apenas um blogueiro e não um jornalista, quase nada do que escrevo obedece à tal lead.

Um bruto que sou por desrespeitar o honorável G-69, fazendo-os ler textos que são idéias incompletas em tudo.

Na recente postagem sobre a Maratona “Internacional” de São Paulo, (insisto nas aspas), acho que ficou bastante nublada.

Nada que a transcrição de um hipotético antigo telefonema não resolva:

- Alô, é da Federação Queniana de Esportes? Nos vamos promover uma maratona em São Paulo, no Brasil, e precisamos contar com fundistas seus federados.

- Por favor, diga-me a data e quantos homens e mulheres o senhor precisa.

- Será no dia primeiro de Junho. E, quanto a quantos preciso, depende dos custos. Quanto e qual o ranking dos atletas?

- Olha, na faixa intermediária do ranking, temos quantos o senhor quiser. Atletas melhor rankeados, esse ano e por essa época, está difícil. Temos a Olimpíada de Pequim, conforme deve saber…

Combinado os custos com cachê dos atletas, transporte e taxas federativas, as negociações finais:

- Puxa… Me mande então uma dúzia, mais homens e menos mulheres. Se puder, coloca alguém que já foi campeão por aqui. Pelo menos um deles tem que conseguir chegar entre os primeiros. Ah, sim: e destaque uns três deles para atuarem como “coelhos”.

É evento para a televisão e o senhor sabe… temos que puxar nos primeiros vinte quilômetros para que não “estoure” o horário da programação do dia. No domingo a tarde temos também o futebol com hora marcada.

E feito.

Corridas de fundo parecem ter se transformado em desafios Quênia x Mundo. Os quenianos estão para essas corridas ao redor do planeta assim como o Brasil está para o futebol, com a seleção da CBF.

No Brasil, corridas de fundo não têm mais porque chamar outra coisa que não “Desafio ……………….Brasil x Quênia”. Onde estão os pontinhos, coloque a griffe do evento.

Parece que estão sepultados os tempos em que víamos embolados no pelotão da frente, um ou dois brasileiros e quenianos, um outro africano, quatro ou cinco outros latino-americanos e um ou outro europeu.

Melhorou o entendimento do que acredito ser uma deslavada farsa?

E console-se, poderia ter sido pior: Fomos poupados daquelas reportagens “hilárias” do Márcio Canuto e das “engraçadinhas” do Maurício Kubrusly.