Dicas para escrever bem

janeiro 4th, 2010

Ainda ontem, por absoluta falta do que fazer, resolvi fazer um experimento de escrita. Se não sabiam, eu sou o sujeito mais relaxado com isso. Escrevo – quando o tenho que fazer – de forma totalmente irresponsável com as normas e regras.

Dai então, que abri uma página do Word e descrevi minha rotina por aquela manhã. Salvei e me esqueci dela. Depois, lá pelas quatro horas da tarde, reli o texto e ajustei algumas coisas.

Pela noite, reli novamente e novos ajustes. Passado algumas horas, nova leitura e ajustes.

Hoje pela manhã, voltei a ler e sim, ajustes.

Agora a pouco tomei da leitura e… deletei.

Desisto disso. De meu, vai mesmo na casca.

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São Luis do Paraitinga sob as águas

janeiro 4th, 2010

Não conheço São Luis do Paraitinga além de fotos e imagens pela televisão. Fotos e imagens, bem entendido, antes do desastre natural que se abateu pela cidade.

Mas é um lugar que eu adoraria ter conhecido, assim como cidades históricas das Minas Gerais, do Sul e do Nordeste. Sinto um fascínio especial pela História, pela memória preservada.

E de todo o ocorrido com essas últimas chuvas no Sul e Sudeste, sem dúvidas, o que mais me abalou foi o estado em que ficou a cidade.

Não vou dizer que foram os mortos, seria hipocrisia minha. Morrer todos morrem, é apenas uma questão de quando. Certamente que sou solidário com a dor dos que perderam seus entes queridos, isso sim.

Mas são muitos o que serão também solidários com os que perderam parentes ou todos seus bens. Graças a Deus será assim e a vida continuará.

Mas não para São Luis do Paraitinga, que duvido que se importem em restaurar suas construções seculares. Ou que a cidade volte a ter, um dia, seu ritmo normal de vida sem sua arquitetura original.

Afinal, é uma pequenina cidade histórica de nenhuma projeção econômica para o Estado. É gigantesca, para aqueles que como eu entendem como irreparável um desastre como esse.

Mas insignificante demais para esperar que o governo paulista e brasileiro ali invistam R$ 50, R$ 60 milhões em sua restauração.

Que merda.

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O LARGO

janeiro 4th, 2010

Dia desses me ocorreu algo que seria legal para postar aqui. Sobre o LARGO, sabem o que é?

Bem, LARGO é uma expressão elogiosa de meus tempos de menino, não sei se de uso nacional, regional ou apenas local.

Mas isso não importa. O que importa nessas primeiras linhas, é definir o LARGO para quem não saiba. É ele, um sinônimo para sortudo, sacam?

E aposto que a origem de LARGO como sortudo deva ter origem em termos nada bacanas. Aqui escrevendo, lembro de ter ouvido a expressão precedida de cu. Mas o que é que um cu largo tem a ver com sorte?

Não consegui imaginar nada para descrever essa associação.

O fato é que vemos pela vida um ou outro LARGOS e nunca nos perguntamos sobre como ele conseguiu o feito de sorte.

Que tal o Marrone da dupla com Bruno?

Repararam como o cara não canta porra nenhuma e nas apresentações da dupla, o máximo que ele faz é  micagem com um instrumento? (Alguém ai sabe se ele realmente toca ou pelo menos compõe música?)

No entanto, é o outro da dupla. E uma dupla, sabem, é preciso do outro para ser dupla.

E deve faturar igual, meio a meio. Afinal, pelo sim e pelo não, iniciou junto, comeu a poeira da estrada junto. Foi parceiro.

Mas, convenhamos, ser apenas parceiro é um investimento de alto retorno, trampo que qualquer um gostaria de ter.

Concordem ou duvidem de mim: Marrone é ou não um baita LARGO?

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Boris Casoy denigre imagem de garis pelo Jornal da Band

janeiro 1st, 2010

Ora vejam, quem poderia ser senão o Boris Casoy que sempre achei um cu sujo. Ele foi pego por um daqueles comentários que escapam do off, quando normalmente essas celebridades são sinceras:

“Que merda: dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho.”

Hoje, vi que ele pediu desculpas no ar e eis o vídeo de sua extrema grosseria. Por acaso o Boris Casoy não tem espelho em casa ou em seu camarim na Band, hem?