Um mundo em que ser bonzinho, é truta

Impressionante a máquina de guerra dos USA, nénão? Em dois palitos eles colocam 20 mil soldados armados no Haiti, deslocam seus super porta-aviões e um moderno hospital instalado num navio para a área.

Sem contar que no dia seguinte à destruição da torre de controle do aeroporto de Porto Príncipe, eles já comandavam o tráfego aéreo na ilha.

E diretamente de seu território, o que dá para logo ver que podem fazer isso com qualquer aeroporto do mundo.

É uma ocupação? Sim, é. Ela obedece a um caráter de manobra de treino, a ensaios com as tropas em situação quase real. Teatro perfeito para os generais.

Exércitos são constituídos para a guerra e estar de prontidão, é como bombeiros para o fogo. Aproveitaram o ensejo do terremoto no Haiti para “aquecer” as tropas, tá na cara.

Viram aquele helicóptero que desceu no gramado do palácio presidencial do Haiti e despejou uma penca de marines armados até os dentes?

Aquilo foi uma demonstração de força, um cartão de visitas.

Considerem também que os yankees estão escaldados com imigrantes aos lotes. Precisavam evitar o inferno que seria uma emigração massiva de haitianos para a Flórida.

E a maior potência econômica e militar do planeta não pretende abrir mão de sua supremacia estratégica.

China? Ora, aquilo nunca deixará de ser um Ctrl + C, Ctrl + V de um tudo, sempre estarão dezenas de anos aquém da dianteira tecnológica.

Os USA inspiram dualidade de sentimentos. Ao mesmo tempo que são admiráveis em sua competência, são odiáveis por suas claras intenções inamistosas.

Se preciso for e contra quem for, caso seu status quo, seus padrões de vida se veja ameaçado vão lá e tomam. Não fizeram isso com o petróleo de Sadam?

Ah, nada como um Bin Laden vez por outra para equilibrar.

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One Response to “Um mundo em que ser bonzinho, é truta”

  1. Magui Says:
    Por isso gosto do Bin Laden.Se não fosse ele a coisa ia ficar pior .