Terremoto no Haiti e a resposta do mundo

Algo que impressionou no terremoto que assolou Porto Príncipe, a capital haitiana, foi a rápida resposta mundial. Muito já f0i enviado em recursos material e humanos, muito está a caminho e muito ainda, deverá ser enviado.

Que bom, a humanidade ainda não está perdida. Mesmo o sacrifício de Zilda Arns dará proporções maiores à sua obra, a Pastoral da Criança.

Feliz destino o dela para pessoas assim, morrer de forma a jamais ser esquecida, a jamais contabilizar uma herança benemérita na coluna do fracasso.

Declarações de Obama e Sarkozy e a experiência do Brasil em Haiti poderão representar algum alento à reestruturação daquele país.

Um terremoto que veio para o melhor? Olhem… eu prefiro acreditar assim.

Lembro como países ultra-devastados como Vietnã, Laos e Camboja se reergueram porque foram destruídos pela guerra e assim, credores de apoio internacional. Pouco, mas o suficiente, e conseguiram e em tempo relativamente curto.

O Haiti é produto de deformidades da civilização branca, assim como guerras. Então, se quiserem, os países podem esquecer um pouco suas querelas internacionais de dimensões infinitamente menores e, com dinheiro infinitamente menor que o despendido para elas, dotar de condições dignas de sobrevivência os haitianos.

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