Susan Boyle, Paul Potts e o “me engane que eu gosto”

A “atuação” dos jurados, por exemplo, não convence: as caretas antes e o espanto depois são falsos; provavelmente já tinham escutado gravações ou assistido a vídeos daqueles candidatos.

E estes em geral têm treinamento, não aprenderam de repente sob o chuveiro.

Potts, que lançou CD mas não se tornou um grande cantor de ópera (há uma grande diferença entre ter potencial e fazer uma carreira), tinha estudado canto na Itália.

Boyle, sabemos agora, é “criação” do mesmo produtor das Spice Girls – ou seja, ele a preparou para detonar o efeito obtido.

Os talentos existem; o meio de sua divulgação é que não justifica o fim.

Aqui e aqui.

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2 Responses to “Susan Boyle, Paul Potts e o “me engane que eu gosto””

  1. luiz fermino soares Says:
    mesmo que os jurados ja tivessem ouvido a candidata, susan ou mesmo o paul, o programa continua alcansando seus objetivos que é de revelar talentos. sabemos perfeitamente que os candidatos deste tipo do programa passam por uma triagem o que é perfeitamente natural.
    não vejo nenhum demérito nisso e o paul não limitou-se a gravar um Cd. continua fazendo sucesso. temos que cuidar um pouco ao emitir opinião. tem gente atenta e não deixa passar batido algumas opiniões esdruxulas.
  2. Marcos Moraes Says:
    Concordo com o Luiz Fermino. Paul Potts vendeu mais de 3,5 milhões de cópias do primeiro CD “One Chance” e segue fazendo sucesso.
    Já lançou o segundo CD “Passione” e fez turnê pela Europa, Estados Unidos e Asia. Se tudo isso NÂO É tornar-se um grande cantor, então que o autor do artigo nos explique o que é.