Nos últimos dez dias foram dois os casos de pedófilos que a televisão noticiou. Que eu vi, mas podem ter sido mais os noticiados e só Deus sabe de quantos se mantém ainda anônimos.

O que agora chama a atenção, é que são pessoas de grau de instrução elevado, com curso superior, agora então, longe do estereótipo do “tarado” cunhado no passado e revigorado por décadas seguidas.

Abuso sexual de crianças sempre existiu mas, dos casos que chegavam ao conhecimento, era praticado por pessoas com baixo grau de escolaridade, desarranjo familiar e/ou com problemas mentais.

Sei lá… é terrível isso. Será que a pedofilia exacerbou? Se assim aconteceu, o que provocou isso? A internet, com seu poder de viralização? A televisão? A modinha de vestir as crianças como pequenos adultos?

E se a pedofilia for doença? Tem cura? É doença da solidão, do isolamento? Como tratar? Melhor: como levar alguém a se identificar pedófilo (ou identificá-lo) antes de cometer um ato criminoso?

Complicado…

Se para males de proporções maiores não temos uma medicina preventiva, o que dirá então, para um mal do qual não se conseguiria estatísticas de portadores?

Sobra então, a repressão aos elementos pegos em flagrante delito e com provas bastante que o incriminem.

Mas é pouco.

EM TEMPO: A televisão ligada o estou no Boris Casoy. Ohem só: “A polícia recebe 30 mil denúncias de pedofilia todo ano”

Paro aqui. Nem consigo um fecho para a postagem.

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