Na reportagem você pode ler como, onde e qual material e arte utilizado. Você verá que cada exemplar custou uns 100 mil euros (RS$ 265 mil).

Tudo bem. É um trabalho. Faturar sobre o patrimônio de domínio público, é uma baba, não há o que se pagar de direitos autorais. Mas Michelangelo Buonarotti ficaria muito puto se ouvisse uma das “justificativas”, a mais esdrúxula:

“A presidente da FMR, Marilena Ferrari, afirma que os livros da coleção Book Wonderful representam uma maneira de reagir à ameaça de desaparecimento do livro impresso, causada pela internet” (01)

Pelamordedeus…. Onde está escrito o acima, entenda:

O empreendimento em arte de domínio público é uma baba. Crises mundiais fodem os pobres mas os nababos sempre serão mercado consumidor de produtos para sua alta vaidade, esses otários.

Que coisa…

Mas eu invejo essas sacadas, sabiam? O cara tem grana para empreender e descobre um filé.

E são daqueles filés únicos. Por exemplo: Se fizerem uma outra série, com um outro renascentista italiano… digamos… Leonardo Da Vinci, por exemplo, eu penso que já não seria a mesma coisa.

Claro que venderia, mas já não tem a primazia do ineditismo. Mas como tudo que rende grana pinta concorrência, podem apostar que outros seguirão pelo caminho.

(01) - Então tá. Livros de 100 mil euros farão uma diferença enorme para o mercado editorial e para o fomento do hábito da leitura nas pessoas.

Pior que essa, só mesmo aquela do astronauta brasileiro, que disse que fazia aquilo porque era bom para as criancinhas, para elas se interessarem pelos estudos.

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