Não estou falando do Capitão Justo em Tereza Batista Cansada de Guerra (Jorge Amado, 1972) se não me equivoco com a personagem, um que carregava um grosso colar de ouro no pescoço. A cada virgem que deflorava, acrescentava ao colar um elo “comemorativo” do feito.

Trata-se de um projeto do cartunista Kevin Boze executado em parceria com o ilustrador Stasia Kato (até então, nem tão conhecidos assim…) que contará verdadeiras histórias de vida dos primeiros encontros sexuais.

Imaginem só, quantas “viagens” não teremos nisso. Primeira experiência sexual é sempre uma bosta mas acho que os/as depoentes para o projeto tenderão a fantasiar alguma maravilha. Será interessante aparecer e melhor, se for bem na fita.

E, cabaço… desculpem. É que ler a nota bastou para lembrar de um amigo gozador, um tipo boca-mole, sabem? Zona de meretrício (ah, puteiro mesmo…) era programa corriqueiro na galera dos anos setenta. (Pensando o quê? Pensam que era mole como de umas décadas para cá é?).

E por aqui tínhamos em Bauru e em plena atividade, a nacionalmente famosa Casa da Eny. Mas era para deputados (até governadores, dizem…) e ricos empresários. Íamos então, para sua área dos pobres, o “botinudo”. E em Botucatu também, íamos muito.

E esse meu amigo, o Nenê Salve, assim puxava conversa com as phootas: “Fala, cabaço. Tudo beeim?”. Isso, n-e-s-s-a p-r-e-s-s-a

Ah, quase ia me esquecendo… o link.

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