O caso da moça riscada à faca na Suiça
Vocês devem estar acompanhando isso, né? Está por toda internet e na televisão.
O caso veio a público com a versão da brasileira residente na Suiça, a pernambucana Paula Oliveira, que diz ter sido atacada por carecas. Puxa, a moça ficou mesmo com o corpo detonado por riscos de algum objeto pérfuro-cortante.
Como agravante, é que pode ter sido um crime racista, de intolerância, e que a violência tenha provocado aborto de uma gravidez.
Chocante.
Daí, aparece agora um pessoal de investigação da Suiça, que dizem não ser da polícia, afirmando que a moça tenha se auto-mutilado.
Puta merda, engrossou o caldo.
Antes que se resolva, fica a pergunta: Vale a pena?
Vale a pena sonhar com uma carreira no exterior enquanto nós próprios, brasileiros, estamos conscientes que não desfrutamos de uma boa imagem nesses países, para quem somos o paraíso de jogadores de futebol, travestis e putas?
Fosse uma cidadã americana, canadense ou australiana também correriam a duvidar, assim, de imediato, de sua versão?
Concordo que a experiência acumulada em séculos de suas polícias e institutos de criminalística até credenciem os caras para duvidar. Mas assim, tão açodadamente vir dar a conhecer ao público, achei demais.
Não temos uma imagem boa “lá fora”, mas eu quero que “lá fora”, se fodam. Se quiserem comer e ter combustível um dia, terão que morrer aqui com sua grana. Eles sabem disso.
Vamos esperar o desenrolar dessa história e, quem sabe, venhamos a saber quem é o verdadeiro FDP nisso tudo.
Jean Charles, como sabem, deu em nada.
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