Segundo as cassandras do economês, nem o Congresso Americano aprovando o pacotão de US$ 700 bilhões bastará para segurar a bronca dos bancos yankees, em quebradeira geral.

Se não aprovarem, então, será um Deus Nos Acuda no mundo todo.

No Brasil, ao que parece, fazem nas empresas o que fazem em times de futebol:

Está nas alturas? Viva a treinador!

Está no ferro? Fora com esse burro!

Espiem só:

A Sadia, uma das principais indústrias alimentícias brasileiras, com fortes vendas externas em carteira, reconheceu uma perda de R$ 760 milhões geradas principalmente por posições em contratos de futuros e opções cambiais. O diretor-financeiro foi demitido.

A Aracruz Celulose divulgou um comunicado informando que a exposição da companhia a instrumentos de derivativos foi “fortemente” afetada pelo dólar e que contratou uma empresa especializada para verificar o tamanho do estrago. O diretor financeiro pediu licença do cargo.

É… pois é.

O mundo está a espera da aprovação do pacotão americano, assim como ficam beatas à espera daquele fumaça branca do Vaticano, quando é anunciado a escolha de um novo Papa.

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