Falcon Heene, o menino do balão

É um avião, um disco voador, o Superman?

Não, é um balão experimental que um pai norte-americano um tanto descuidado deixou em casa.

Na casa, o pequeno Falcon Heene, de seis anos.

O fato é que o moleque soltou o balão de suas amarras e ficou assustado.

Receando alguma reprimenda, escondeu-se numa caixa de papelão que estava nos fundos da garagem. (Não sei se um menino de seis anos tem consciência do certo ou errado, mas enfim…)

E o balão subiu… e todo mundo crente que o moleque estava embarcado.

Durou umas duas horas a agonia, tempo que o artefato manteve-se no ar. Até pousar suavemente, longe de casa.

E cadê o moleque, cade o Falcon? Só depois que o balão pousou é que se soube de seu real paradeiro, seguro em casa.

Peraí… O balão caiu a quilômetros da casa. Na casa, não deveria ter ficado ninguém, todos perseguindo o balão, crentes que o moleque estava embarcado.

E só depois do balão no chão é que ficam sabendo do moleque na garagem, assim, bem imediatamente?

Tem truta nisso.

Pelo que cheiro nisso, na possibilidade de transformar a informação em drama, assim optaram.

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