Dica e informação
Postado por Sergio em 22 Set 2007 em 12:17 am | Em: Impagáveis
Quanto vale uma boa dica ou informação?
Por vezes, vale muito. Nada mais reconfortante para sair de uma enrascada quando tem alguém para nos dizer: “Olha, eu vou te dar uma dica que pode dar certo”.
Outras vezes, a tal dica é mais uma charada a ser decifrada que propriamente uma dica. Daí, só mesmo com muito humor para suportar.
Temos também, aquelas que parecem insensibilidade com o sofrimento alheio.
Quantas dicas para curar hemorróidas você conhece?
Se não conhece nenhuma, sinto muito mas não vou citar um rol delas por aqui, por cabeludas que são. Mas os velhos contavam que funcionam!
Só mesmo no desespero o cidadão se socorreria com aquelas dicas milagrosas e em plena sexta-feira de lua cheia, procurava uma bananeira para esfregar <!– censurado –> num “tronco”(1) descascado dela (ich… quase contei).
Se você morasse numa cidade sujeita a enchentes como São Paulo e eu dissesse para você, como prevenção, portar dois sacos de lixo para vinte litros num cantinho de sua valise ou bolsa, você me xingaria?
Depois que o Google “inventou” (2) o sistema de publicidade por palavras patrocinadas, a idéia seria de otimizar os resultados para seus clientes, certo?
Um freguês em potencial procuraria por termos ligados ao produto e depararia com anúncios de empresas que o vendessem.
Santa lógica sem virgulas, Batman!
Agora, o que dizer quando uma empresa faz um anúncio exibindo algo enigmático como link para sua página?
Esse 290610 está linkado na mesma página onde encontrei o anúncio, numa das páginas do UOL. Merigo explica?
(1) - E desde quando bananeira dá troncos? Se tronco é sinônimo de caule, eis ai uma (des) informação que irá se transformar em verdade. Desde o grupo escolar sei que é rizoma.
(2) - Não foi o Google que inventou links patrocinados. Foi um tal Bill Gross, cuja história está no penúltimo parágrafo dessa página.
As mais recentes:
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Manchete equivocada. Ou, ensaio anestésico.
Diego Hipólito fail
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