Chuck Berry = Culhão de Macaco
Postado por Sergio em 04 Ago 2007 em 03:01 pm | Em: Impagáveis
Não me animei ainda para começar minha tarefa diária no site principal. Fui passear um pouco pelos blogs que conheço e deparei com essa postagem no Blogadão. Claro que pensei em comentar, dado que coisas da televisão são minha maior fonte de observação de comportamentos.
Nisso, surgiu uma lembrança de um filme sobre a história de Jerry Lee Lewis (”inspiração” para Eduardo Dusek, quer apostar quanto?) no qual tem uma seqüencia de cenas que serviria bem para ilustrar minha tese no comentário.
Refresquei a memória no Google:
‘Jerry Lee Lewis and Chuck Berry were very good friends, but they had a gig where Chuck was headlining and Jerry didn’t like that - he wanted to be top. He went out and pulled out all the stops, set fire to the piano, everything. Then he walked off at the end of the set, went past his friend who was waiting to go on and said: “Beat that, nigger”.
Fui ver se o Google está tão inteligente como o Bruno garante:
“Os Lee Jerry Lewis e a baga do mandril eram amigos muito bons, mas tiveram um gig onde o mandril fosse headlining e Jerry não gostasse que - quis ser alto. Saiu e retirou todos os batentes, ajustou o fogo ao piano, tudo. Então andou fora na extremidade do jogo, foi após seu amigo que estava esperando para ir sobre e disse: “Bater isso, nigger”.
Ui!
“Seo”(sem trocadilhos) Google, se a galera enciclopédica do rock descobre que você chama o Chuck Barry de bago do mandril, seu conceito vai despencar por aqui, hem?
PS: Transcrevo abaixo meu comentário lá no Blogadão porque quando fui enviar, deu um erro. Não sei se chegou.
Também não assisto o programa. Mas viu só como demora para chegarem ao campeão?
Mesmo que revelem um genuíno talento, não têm força para mantê-lo em alta. A força do programa (o meio) devora a audiência, nada restando para o “ídolo” depois. Só mesmo quando entenderem que no show business carisma é de maior valia que talento.
Vide o BBB, da Globo. Ali sim, sabem fabricar artistas sem obras.
Certa feita, apresentariam-se num mesmo programa Jerry Lee Lewis e Chuck Berry. Chuck já era astro e Jerry deveria fazer a abertura do show.
Afetado, ao final de sua apresentação ao piano Jerry sacou de um frasco com fluido para isqueiro e meteu fogo no piano. Continuou tocando enquanto as labaredas deixaram. E claro, a platéia foi ao delírio.
Na saida, insultou Chuck: “Faça melhor, negro”.
Claro que a apresentação de Chuck foi “apagada” (sic).
O mesmo acontece com programas como o Ídolos, que “queima” tudo no meio e nada resta no fim. Então, a direção da emissora fica enrolando, criando apresentação variadas dos candidatos pois sabe que esse é o filão. O meio, é o fim em sí.
Agora, se finalistas são garotas (e aposto que as gostosas), certamente eles incluíram as revistas citadas entre as fontes de faturamento do programa.
As meninas vão tirar a roupa, ajeitar uma grana e depois, cair na obscuridade.
E até o próximo “Ídolos”.
As mais recentes:
Separados no nascimento
Corinthians, Mano, campeão do Brasil
Obrigado, Sarney
Direito de opinião na China
Concordo com seu artigo e comentário.
Sobre o comentário, no Blogadão todos os comentários são moderados e por isso que não viu imediatamente publicado.
abração.
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