A manchete dessa postagem é tão “cata-trouxa” quanto a decorrência “quem matou?” que faz parar o país em final de novelas.

A saga dos assassinatos começou com Salomão Hayala passando por Odete Roitman e uns outros tantos. Repetir-se-ão a exaustão, enquanto não for exaustivo. Assim como Paulo Coelho.

Preconceito meu, é só pela falta de criatividade. Entendo as novelas, entendo o Brasil.

Novelas em si, até que têm ajudado a amainar muitos preconceitos, quando nelas abordados.

Quer saber mais? Veja ai abaixo, o que peguei lá deles.

Quem matou?”.

A pergunta que movimenta o fim de “Paraíso tropical”, com a morte de Taís já fez parar o país inteiro em outras novelas. Nas de Gilberto Braga, então, já foi várias vezes utilizada.

A mais lembrada é “Vale tudo” (1998). Na trama, a vilã Odete Roitman foi assassinada a tiros e o mistério virou até concurso de margarina na TV.

Mais recentemente, em “Celebridade” (2004), todo mundo queria saber quem deu cabo da vida de Lineu (Hugo Carvana). A surpresa foi descobrir que Laura (Claudia Abreu), a mais provável das suspeitas, era a assassina.

Em “Força de um desejo” (1999), Bárbara (Denise Del Vecchio) foi a assassina-surpresa do Barão Sobral (Reginaldo Faria).

Já na minissérie “Labririnto” (1998), a morte do empresário Otacílio (Paulo José) oconteceu logo no primeiro capítulo. A resposta para o “Quem matou?” chegou só no último: Junior (Marcelo Serrado).

Mas outros autores já usaram o mesmo recurso. Silvio de Abreu fez as ruas ficarem desertas e o Brasil parar diante da TV para descobrir que Adalberto (Cecil Thiré) era o assassino de “A próxima vítima” (1995). Janete Clair também causou comoção com o assassinato de Salomão Hayala (Dionísio Azevedo) em “O astro” (1977).

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