Bastam algumas informações percebidas à socapa, dessas, que rolam pela imprensa, para notar que temos uma guerra em curso.

Tome de um lado a comunidade gay em sua busca pelo reconhecimento amplo e, de outro, seculares instituições como a Igreja e a opinião pública da nação mais poderosa do planeta como peleadores. Os dois últimos, como subentendido, aliados.

São interesses fortes a unir os ditos aliados. Consegue vislumbrar? Para a Igreja, nada mal ter essa parceria e amizade provedora de segurança e fundos. É. Fundos, óbulos, donativos.

Pelos lados dos USA, alguém duvida que lhe é interessante a sustentação do cristianismo? Notícias dando conta que o islamismo já é a segunda religião do planeta não devem ser lá muito alvissareiras, não é mesmo?

Quanto à Igreja, bem… a Igreja… Ela tem seus dogmas e permitir ruína deles é atentar contra sua própria razão de ser. Bate o pé contra a camisinha, o aborto e união civil entre pessoas do mesmo sexo. A Igreja Católica coleciona erros históricos e nem por isso deixou de se manter com uma das instituições mais fortes do planeta.

Mas eis que, na contenda, surge a cavalaria (e aos toques de clarins) para tomar parte. E cerrando fileiras com as ambições gays.

Um tal mercado, conhece? Pois é…

Desde que me entendo por instruído sei que usos e costumes formam bases para o Direito, não é assim?

E que tal uma campanha publicitária de medicamentos fazendo apologia à adoção de crianças por casais gays? Pois o que vi na televisão, ontem. Um comercial de uma pomada bactericida, reparei isso.

Então, o mercado “descobriu” que existe esse nicho? É isso? Sim, descobriu. E trazendo ventos favoráveis à causa gay. Se existe a realidade de casais de mesmo sexo dados como dois pais ou duas mães para filhos, então, é tudo uma questão de tempo para sua plena assimilação social.

Pela força do mercado.

Uma prova? Já contei a história do jeans, “a calça velha azul e desbotada” definindo liberdade?

O jeans era revestimento para cargas, uma espécie de lona. Por sua rusticidade, foi adaptado como vestimenta para mineradores. Migrou para o campo e vestiu vaqueiros (John Wayne) e conquistou simpática identidade rebelde vestindo Marlon Brando, James Dean e Marilyn Monroe.

O movimento de contra-cultura dos anos sessenta adotou-a em represália a sociedade de consumo. O mercado fez moda da “liberdade” e o jeans é hoje, isso que sabemos: apenas mais um item (e excecpcional) para a sociedade de consumo.

Minha opinião? Sabem, o conceito de família já foi diferente do visto hoje. Mutações nas estruturas sociais, são decorrentes na natureza humana e outras virão. Família, são os que formam um lar.

E lar, é o teto onde pessoas vivam em relação estável e harmoniosa. Crianças, precisam crescer amparadas nisso.

Importa o resto?

 

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