Adoção de crianças por casal gay
Postado por Sergio em 19 Abr 2008 em 06:31 pm | Em: Gay
Bastam algumas informações percebidas à socapa, dessas, que rolam pela imprensa, para notar que temos uma guerra em curso.
Tome de um lado a comunidade gay em sua busca pelo reconhecimento amplo e, de outro, seculares instituições como a Igreja e a opinião pública da nação mais poderosa do planeta como peleadores. Os dois últimos, como subentendido, aliados.
São interesses fortes a unir os ditos aliados. Consegue vislumbrar? Para a Igreja, nada mal ter essa parceria e amizade provedora de segurança e fundos. É. Fundos, óbulos, donativos.
Pelos lados dos USA, alguém duvida que lhe é interessante a sustentação do cristianismo? Notícias dando conta que o islamismo já é a segunda religião do planeta não devem ser lá muito alvissareiras, não é mesmo?
Quanto à Igreja, bem… a Igreja… Ela tem seus dogmas e permitir ruína deles é atentar contra sua própria razão de ser. Bate o pé contra a camisinha, o aborto e união civil entre pessoas do mesmo sexo. A Igreja Católica coleciona erros históricos e nem por isso deixou de se manter com uma das instituições mais fortes do planeta.
Mas eis que, na contenda, surge a cavalaria (e aos toques de clarins) para tomar parte. E cerrando fileiras com as ambições gays.
Um tal mercado, conhece? Pois é…
Desde que me entendo por instruído sei que usos e costumes formam bases para o Direito, não é assim?
E que tal uma campanha publicitária de medicamentos fazendo apologia à adoção de crianças por casais gays? Pois o que vi na televisão, ontem. Um comercial de uma pomada bactericida, reparei isso.
Então, o mercado “descobriu” que existe esse nicho? É isso? Sim, descobriu. E trazendo ventos favoráveis à causa gay. Se existe a realidade de casais de mesmo sexo dados como dois pais ou duas mães para filhos, então, é tudo uma questão de tempo para sua plena assimilação social.
Pela força do mercado.
Uma prova? Já contei a história do jeans, “a calça velha azul e desbotada” definindo liberdade?
O jeans era revestimento para cargas, uma espécie de lona. Por sua rusticidade, foi adaptado como vestimenta para mineradores. Migrou para o campo e vestiu vaqueiros (John Wayne) e conquistou simpática identidade rebelde vestindo Marlon Brando, James Dean e Marilyn Monroe.
O movimento de contra-cultura dos anos sessenta adotou-a em represália a sociedade de consumo. O mercado fez moda da “liberdade” e o jeans é hoje, isso que sabemos: apenas mais um item (e excecpcional) para a sociedade de consumo.
Minha opinião? Sabem, o conceito de família já foi diferente do visto hoje. Mutações nas estruturas sociais, são decorrentes na natureza humana e outras virão. Família, são os que formam um lar.
E lar, é o teto onde pessoas vivam em relação estável e harmoniosa. Crianças, precisam crescer amparadas nisso.
Importa o resto?
As mais recentes:
Cleo Pires posa nua para Lux. Só até o lençol chegar.
Blog do Carlos Alberto Sardenberg, o Altíssimo
Demorô
Site do Bota Pra Fazer - Dez dicas do empreendedor
Matéria “CASAL(?) GAY
Em razão da falta de verdade nas informações passadas pela imprensa sobre o tema acima citado, deixo aqui as minhas considerações fundamentadas apenas nos princípios do zelo pela veracidade na formação de opinião de nossa sociedade. TODOS os meios de comunicação invariavelmente erram ao afirmar que a união de duas pessoas de mesmo sexo forma um CASAL.
Como Cristão, gostaria de ver matéria referente ao assunto publicada por este órgão informativo. Afinal, temos como evangélicos, a OBRIGAÇÃO de esclarecer o nosso publico sobre ações nefastas desta natureza e que agridem a nossa fé e os nossos princípios cristãos.
Parece que o meu dicionário é diferente dos existentes por aí. Veja só as definições que encontrei:
Casal s.m. usado fidedigna e ortodoxamente (portanto, não colide com os mais nobres e respeitáveis dicionários nacionais [onde ramifica-se a oficial estrutura lingüística de uma nação]) nos significados abaixo:
1) par composto de macho e fêmea (homem e mulher) unidos por casamento; o termo atualmente continua restrito a pares heterossexuais (vide dicionários de boa procedência).
conjunto das propriedades de uma família;
2) um casal de filhos (de sexo diferente);
3) um casal de animais de estimação (de sexo oposto);
4) pequeno povoado;
5) lugarejo;
6) granja;
7) herdade;
9) conjunto de pequenas propriedades rústicas;
10) par composto de macho e fêmea;
11)… Derivação: por extensão de sentido:
11.1) Duas coisas iguais; par, parelha (Nota: COISAS não significa: PESSOAS)
É abominável ver pessoas tentando justificar o injustificável, legalizar a ilegalidade, etc…
Criou-se no Brasil um JUIZADO DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE visando dar segurança e proteção aos que figuram como dependentes desta regulamentação. Assim, esperava-se que estes direitos fossem resguardados e RESPEITADOS, no entanto diante das decisões que alguns magistrados estão tomando, vê-se claramente o contrário. As leis que deveriam proteger estão sendo postas de lado quando estes ocupantes de cargos tão importantes decidem por considerar uma união entre duas pessoas do mesmo sexo como natural, legal e moral. Ao afirmarem em seus despachos que uma relação entre dois homens ou duas mulheres formariam um CASAL(?) estável, violam todos os princípios de direito e de moralidade que conhecíamos até hoje. Ainda mais, permitem que estas uniões possam ADOTAR crianças como “filhos” na composição de uma família. Ora, se a lei é para evitar que crianças sejam expostas ao CONSTRANGIMENTO, ao RIDÍCULO e ao VEXAME é incoerente sujeitar estas mesmas crianças a uma união onde o pai é uma mulher e a mãe um homem. É abominável ver decisões jurídicas desta natureza sendo tomadas ferindo frontalmente os direitos de nossas crianças, submetendo-as ao ridículo de terem que comemorarem o “dia dos pais” ou “das mães” sem saber o que é verdadeiramente a figura de um PAI ou MÃE. “Honra o teu PAI e a tua MÃE” - Êxodo 20:12 - diz a Bíblia no enunciado das leis que definem o sucesso de um filho na sua relação familiar e não há duvidas de que o texto trata exclusivamente de uma união estável entre um HOMEM e uma MULHER, entre um MACHO e uma FÊMEA.
No episodio da criação, a narrativa deixa claro que não há espaços para interpretações distorcidas quanto a origem da formação de uma família quando diz “MACHO E FÊMEAS OS CRIOU”, e isto invalida qualquer decisão seja em que instância jurídica for. Tem mais; “Vós, MULHERES, sujeitai-vos aos vossos MARIDOS…” Efésios 5:22; “Portanto deixará o HOMEM o seu PAI e a sua MÃE, e se unirá a uma MULHER e serão os dois uma só carne” Efésios 5:31. Não há duvida alguma sobre a originalidade, a legalidade e a moralidade da formação familiar estabelecida desde os primórdios dos tempos, o que há é uma vontade exacerbada de dar um ar de legalidade a distorções e desvios de comportamento sem levar em consideração o que na verdade é e nunca deixará de ser, que um casal só se forma pela união de seres de sexos OPOSTOS.
Voltando às leis que visam dar proteção às crianças e aos jovens. É inconcebível que uma criança tenha que se sujeitar ao RIDÍCULO de ter como PAIS dois homens ou duas mulheres sem que tenham condições de expressarem com opiniões formadas sobre o que pensam da situação em que estão sendo envolvidas. Levar uma criança ao constrangimento ou expô-la ao ridículo é CRIME previsto em lei e isto não está sendo considerado nem mesmo sendo levado em conta pelos magistrados. O negócio é atender a anseios mal resolvidos á revelia da lei que eles mesmos criaram para dar proteção aos que dela dependem sem poder emitir qualquer juízo de valor ou de opção. Crianças são OBRIGADAS a aceitarem e a conviverem com a tal paternidade quando na verdade deveriam ser tratadas com o maior respeito e dignidade pelos responsáveis em aplicar e gerenciar as leis em nosso Brasil. OBRIGADAS sim, pois como imaginar que um bebe ou uma criança de dois, três, quatro anos possam emitir juízo de valor numa decisão ARBITRÁRIA como esta. Arbitrária, pois elas só se darão por conta destes absurdos quando já tiverem idade adulta e aí os estragos já estarão consumados e serão irreparáveis.
Decide-se num tribunal entre magistrados, advogados, réus interessados, mas a parte mais IMPORTANTE – a criança- não é ouvida, sendo submetida a decisões que afrontam os princípios da formação familiar genuinamente estabelecida por DEUS.
Há outras alternativas saudáveis que podem resolver a contento os problemas de crianças abandonadas, e isto passa pelo rompimento com a legalização da imoralidade e dos devaneios de pessoas desequilibradas e doentes nas nuas emoções.
Estamos caminhando rumo a um abismo moral perigoso que coloca em xeque a instituição maior de nossa sociedade, a FAMÍLIA. O preço pago já é muito alto pelas distorções e pelas decisões equivocadas de nossos tribunais e se algo não for feito com urgência, nos veremos num caminho sem volta restando-nos apenas assistirmos melancolicamente ao fim do maior pilar de sustentação da humanidade, a família.
Precisamos reagir enquanto há tempo para isto, do contrário seremos culpados pelos insucessos de nossas relações nos lares, na sociedade ou onde quer que haja a presença do homem como produto da preocupação de Deus em cuidar do mundo que Ele mesmo criou.
“…e não vos conformeis com este mundo, mas…”
Grato.
Carlos Roberto Martins de Souza
[Responder]
[Responder]