Rebeca Gusmão banida das competições de natação
Calma, não vim aqui para entrar na fila dos que zoam com a Rebeca Gusmão, por causa de seu físico avantajado.
“Bomba” no esporte, não pode. Ele insiste que seu desenvolvimento físico tem origem em produção hormonal espontânea. Não sei se vocês chegaram a ler sobre isso, em declarações dela. É o que ela diz…
O fato é que agora, expulsa da natação, termo como bem foi noticiado sua situação, isso a coloca em situação complicada para voltar a nadar em torneios e competições oficiais.
O engraçado, é que esse físico de Rebeca Gusmão seria fichinha perto do apresentado pelas nadadoras da Alemanha Oriental, nas olimpíadas das décadas de setenta e oitenta.
Vocês sabem, a Alemanha já foi dividida em duas. A Ocidental, rica, moderna e industrializada, voltada para o mundo livre. A Oriental, atrasada, um títere da URSS.
A queda do Muro de Berlim as unificou (ou melhor, a parte Ocidental absorveu a Oriental, estando a investir até hoje na sua reintegração social e econômica).
Bem, e nas olimpíadas daquelas décadas, o destaque eram as fortíssimas nadadoras alemãs orientais, incrivelmente turbinadas. Tanto, que era delas que se esperavam quebras de recordes.
O que você viu de destaque para a natação masculina nessas Olimpíada de Pequim, era o dado à natação feminina.
Foi pouco o espaço dado pela televisão brasileira à natação feminina em Pequim. Mas se fosse dado um maior destaque, você notaria que o físico das meninas atuais fazem com que esse, de Rebeca Gusmão, pareça mesmo exagerado.
Talvez Rebeca tenha errado de época. Estava com algumas décadas de atraso em sua concepção, sobre “como fazer para vencer nas olimpíadas”.
É pena. Deve ser um duro golpe para ela, saber que pelo que tanto lutou, é agora reduzido a nada. Tomara que supere e encontre uma outra atividade.
Leoa de chácara, talvez? (Desculpem… não resisti.)