Amigos de Letras na Escola, segunda semana
Postado por Sergio em 09 Jun 2008 em 07:55 pm | Em: educação
“Fiz” hoje, a sexta escola. E a cada uma que passa, mais eu sinto a alegria de diretores e coordenadores pedagógicos com o programa Ler é… Amigos de Letras na Escola.
Até sexta-feira termino esse trabalho individual com as escolas levando pessoalmente os impressos com o texto Naná e o Beija Flor, que dá nome ao livro que originou o Lote Um.
Às escolas mais próximas ao centro tenho caminhado até elas. Aquelas em bairros distantes tenho ido de carona ou moto-taxi.
Depois, deixarei no Departamento de Educação os impressos com o texto dois, Aline e Coralina, para que dali sejam retirados pela direção das escolas.
Cada texto pode ter sua aplicação estendida por uma semana. São várias as propostas de interatividade que, inclusive, incluem a família do aluno.
Findo isso, debruço cá no computador para aparelhar o restante do livro da AL Maria Coquemala. Cada texto deverá obedecer a um imperceptível grau de crescente dificuldade para seu entendimento.
As personagens são humanas e animais em diálogos variados, mas todos levando ao final, para mensagens sobre valores morais como amizade, fraternidade, perseverança, etc…
Essa, a diferença que faço entre Literatura Infantil, onde a princesa beija o sapo que vira príncipe, e Literatura Infatilizada, quando o carisma de personagens podem ensinar muito mais às crianças.
Considere ai, as campanhas institucionais educativas das mais variadas matizes: vacinação infantil, tratos com o lixo urbano, prevenção de doenças endêmicas (dengue) entre outras tantas.
Aparelhado os demais textos do Lote Um, será a vez de conseguir patrocínio para impressão desse restante do lote. Faz parte do projeto a pulverização social no interesse pelo hábito da leitura e, nada mais coerente com isso que tentar essa alternativa.
Tenho alguns empresários locais em vista e só mesmo com negativas generalizadas é que peço para a própria Prefeitura providenciar a impressão. Antes disso tudo, convoco a imprensa para uma coletiva de forma a consubstanciar a iniciativa.
Resolvida essa parada, quando então, as escolas terão material para todo o segundo semestre, de volta ao gabinete do prefeito para tratar do congresso com gestores de Educação e Cultura do Estado de São Paulo para transmissão da experiência.
Modelo de “negócio”? Sim, claro, vai precisar de uma estrutura um tanto complexa de captação e gerenciamento de material. Mas ainda não sei muito bem qual a ideal, a que melhor atenderia o programa.
Principalmente, que a cada dia mais variantes vislumbro. Por ex: Vou querer essas estórias em quadrinhos (e para colorir), para atender às crianças da pré-escola.
Se viver, faço.
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