Fabiula Nascimento pelada e gulosa (o meu, ficou melhor)
Chamado do UOL que leva para essa página, sobre a atriz Fabiula Nascimento. Eu a vi no Jô Soares e, no dia, gostei demais de seu jeito. Lembra a moça certinha, sabem, aquela que nos antigamente se dizia “para casar”.
Ah, mas antes, vim aqui para comentar as chamadas que tenho reparado nos portais. (veja o print). Até parece que contrataram blogueiros a fazer trocadilhos no títulos das postagens… Peladona, gulosa…
Voltando para a Fabiula, então, eu até estava com o computador ainda ligado e pensei em comentar sua ida no JÔ. Gostei dela, do filme e, principalmente, da procedência: do Sul do país.
Tenho notado várias produções cinematográficas nacionais em cenários fora do eixo Rio-São Paulo. Detectei Belo Horizonte, Porto Alegre algumas vezes e, lembro, locações em Curitiba.
Alvissareiro isso. Acredito que são muitos os que clamam por essa pulverização, por esse reconhecimento do cinema de outros cantos do Brasil que não Rio-São Paulo ou o Nordeste, quando ali não conseguem sair do estereótipo estético de Glauber Rocha. Demorou, mas minguou bastante isso.
Por outro lado, vejo também uma padronização carioca-paulista das personagens, um fenômeno (uma chaga?) da comunicação de massa. Mas seria inevitável isso, não há como fugir.
Não deixa de ser uma pena ver que serão perdidos os sotaques, os regionalismos da linguagem. É uma questão de tempo, apenas.
Por falar em Curitiba, além de Fabiula Nascimento, um domingo do Faustão (eu acho… nem sempre atento onde está a TV…) deu a conhecer outra curitibana de talento: Katiuscia Canoro, a Lady Kate do Zorra Total. Aquela, do Tô pagaaaano!
Quando o artista é, seu talento um dia prevalece. Pode demorar, mas prevalece. Bem diferente de estruturas montadas para fabrica-los, eis que esvaem-se logo feito areia ao vento.
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Abraços
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