Televisão
Arquivo no Assunto
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Postado por Sergio on 23 Jun 2008 | Em: Televisão
Em respeito a uma galera que apreciou a postagem Novela Pantanal voltará. No SBT e que se agregou ao blogue, comunico que o SBT está negociando também a exibição de Ana Raio e Zé Trovão.
Decidi por essa postagem-aviso por causa do blogue ter recebido pessoas inteligentes que apreciam a novela, além da novela em si.
Tanto, que a postagem acima linkada já conta com comentaristas em discussão ou orientações aos outros. Obrigado, vocês são de grande valia para o blogue.
Bem, para quem não sabe, Ana Raio e Zé Trovão foi a novela exibida logo a seguir de Pantanal, pela extinta Rede Manchete. Nos papéis principais, o violeiro cantador Almir Sater e a bela Ingra Liberato. A novela mostrou o mundo dos rodeios.
Não chegou aos pés da audiência de Pantanal, mas agora, com essa onda nostálgica contra a mesmice das novelas da atualidade, podem fazer da trama mais uma revitalizadora do gênero.
E, para vocês, leitores da postagem sobre Pantanal e agora essa, se quiserem podem comentar suas impressões sobre o que andam vendo. Eu, confesso que não tenho paciencia para acompanhar uma trama.
Sim, dou lá aquelas passadas de vista vez por outra mas mesmo, para tentar encontrar alguma coisa de interessante para uma postagem no blogue.
Então, a palavra é com vocês. (01)
(01) - Só tente não misturar, ok? Procure comentar sobre a novela na postagem respectiva. Aqui, para Ana Raio e Zé Trovão e a acima linkada, para Pantanal.
E obrigado.
Postado por Sergio on 22 Jun 2008 | Em: Televisão
“A morte de um menino de 5 anos choca o interior de São Paulo e chama a atenção pelas semelhanças com o caso Isabella Nardoni. Para a polícia, a mãe Kátia Marques, de 27 anos e o padrasto, Juliano Gunello, de 37, são os principais suspeitos. Mas os dois negam tudo.” (do G1, mas “deu” também no Fantástico desse domingo)
Ué… Não estou mais no interior de São Paulo? Não posso estar chocado se nem estou sabendo do caso.
Ou o interior de São Paulo ficou restrito a região de Ribeirão Preto e não estou ainda sabendo disso…
Não gosto disso. Que ânsia dessa Globo em criar logo um outro hype para sua programação!
(Em tempo: estou redigindo essa postagem tão logo terminada a reportagem sobre o assunto no Fantástico. E, passada uma reportagem intermediária, me vem o Zeca Camargo à tela apressar-se em corrigir um dado errôneo na reportagem do menino. Correção ou erro intencional para posterior fixação do assunto?)
Voltando…
“A delegada pediu a prisão temporária da mãe e do padrasto, na tentativa de esclarecer as circunstâncias da morte do menino. A justiça negou o pedido alegando que ainda não há provas suficientes de que o casal tenha matado Pedro Henrique…
…Neste domingo, dez dias depois da morte, o corpo continua no Centro Médico Legal de Ribeirão Preto, para a conclusão dos laudos. Os legistas têm uma missão: revelar exatamente o que vinha acontecendo com o menino e se houve um assassinato.“. (ainda do G1, mas “deu” também no Fantástico desse domingo)
Pô, são passados dez dias desde a morte do menino e seu corpo ainda está no Centro Médico Legal de Ribeirão Preto?
Dez dias!
Não é horrível isso? O que tivessem que apurar com relação aos exames cadavéricos, acredito que num centro como Ribeirão Preto um período máximo de três dias seria o bastante.
Bom, segurem-se nas cadeiras pois acho que está a caminho uma outra espetacularização investigava. É “O caso Pedro Henrique” (01), que estará povoando os jornais da emissora.
A reportagem de abertura do Fantástico foi uma emocionante entrevista com uma senhora da favela de onde foram retirados, por soldados do Exército, os três rapazes encontrados torturados e mortos.
Pesada a coisa. Reportagem densa, milimetricamente trabalhada. Filmados numa penumbra (aquelas sombras, que ocultam as imagens…) estava a senhora e um rapaz salvo por ela do furdunço inicial com os soldados do Exército.
Seriam quatro então, meu Deus…
Declarações brabas ali. Uma, a citação de “venda” dos rapazes para os traficantes por R$ 60 mil.
“Colar” a presença do Exército na atrocidade, a Globo já fez. E agora, dramatiza o fato ao máximo. No bispo Crivella (candidato a prefeito no Rio de Janeiro), já passaram cola.
Falta agora, juntar as partes para campanha do bispo-senador ir para o vinagre…
Só quero ver…
(01) - Bem, se vierem, nem espero ver alguma criatividade nas chamadas.
Postado por Sergio on 12 Jun 2008 | Em: Televisão
Sempre encontrei semelhanças entre Natalie Portman e Cléo Pires. Claro, dependendo das tomadas das fotos e a produção geral.
Como agora estão em alta, com Natalie como Anna Bolena, no cinema, e Cléo Pires como a professorinha Margarida na novela “Ciranda de pedra“, lembrei disso.
Mas não encontrei (ainda) um par de fotos que justificasse uma seção “separadas no nascimento”.
Essas duas meninas, Giovana Silva e Ana Lívia Luciano encarnaram uma de “bad girls” e resolveram dar uma banda, um rolé, pelo Brasil. Sem o consentimento dos pais, é claro.
Foram encontradas em Curitibanos (Santa Catarina), sem maiores sustos ou danos à sua segurança.
Puxa, depois da bronca, acho que terão história para contar até para os netos.
Essas duas japinhas adolescentes, Mina e Lisa, estão estrelando um seriado de sucesso no Videolog. Retratam aquelas dúvidas naturais de adolescentes de todas as décadas.
Nada de novo, mas que nunca em nada muda.
Pelo sucesso que vêm conseguindo (com uma ajudinha, é claro, das inserções no portal UOL) o limite ficará restrito ao seu amor pela arte de representar.
Levam jeito, as simpáticas japinhas.
Também capa de UOL um suposto affair entre a apresentadora Adriane Galisteu e a cantora Ana Carolina. La Galisteu já namorou (e até casou) com uma pá de homens desde o falecimento de seu namorado Ayrton Senna.
Uma viradinha de disco básica?
Quanto à cantora Ana Carolina, é declaradamente gay, um ícone lésbico. Mas andou declarando que estava a fim de namorar um homem.
Acho então, que teve uma recaída.
Que vivam os blogues! Quando se tem algo interessante para escrever, ótimo. Quando não tem, vale qualquer besteira para ocupar o tempo.
Estou cozinhando feijão hoje e aquilo é demorado… Minha panela de pressão pifou, mora?
Postado por Sergio on 01 Jun 2008 | Em: Televisão
Desde que a Rede Globo de Televisão meteu-se a produzir seus próprios eventos esportivos para preencher as manhãs de domingo, esse seu horário da TV nunca foi tão desonesto como agora.
Se você não imagina o que seja uma televisão ou jornal ter que preencher espaços (lucrativamente) de sua programação jornalística pelas 24 horas do dias, dia após dia, eu lhe digo: não é fácil.
Quando se conta com uma forte estrutura, tais veículos passam a produzir seu próprio material, a patrocinar eventos de produções especialmente destinados para os horários da televisão.
Direto ao ponto, vejam a Maratona “Internacional” de São Paulo. Claro, as aspas são minhas e no decorrer do artigo você descobrirá porque. Visite o site oficial acima linkado e repare só pelas logos por ali espalhada, quem paga a conta dessa fraude com sua boa fé.
Existem eventos bobos para todas as estações do ano, como a partir de agora você passará a reparar.
Acho que foi sorte Portugal ter desenvolvido o futebol de areia e fazer frente aos times brasileiros, senão aquilo já teria deixado de existir. Afinal, alguma característica de concorrência na competição é necessária.
O que não aconteceu com a tal Maratona “Internacional” de São Paulo de hoje.
Para ganhar a distinção de “internacional”, a prova precisa de atletas de outros países, certo? E que melhor país para enviar atletas para uma prova de fundo, que o Quênia?
A Tanzânia (Ou Gana, ou Etiópia… tanto faz…) pode ter ótimos atletas de fundo e seus negros, serem tão esguios, pretos luzidios e ter as mesmas canelas finas que os quenianos.
Mas não servem, não ostentam a griffe queniana para atletas de provas de fundo.
Daí, contratam uns quenianos (Quais? Ora, quaisquer alguns deles. É queniano? Então basta.) para uma participação.
No máximo, como “coelhos”, (01) pois que não estão preparados para um evento sem importância internacional, um evento que, definitivamente, não estaria em seus planos em ano de olimpíadas.
E hoje, os atletas quenianos (três, os presentes) atuaram como “coelhos”. Dispararam na ponta até os 20 Km de corrida e depois, simplesmente diminuíram a marcha até parar.
Um atleta profissional tem suas atividades milimetricamente reguladas entre treinamentos, estudos de estratégias para determinada corrida, períodos para descanso da musculatura, relaxamentos, etc…
Tanto, que nem os atletas brasileiros já escalados para Pequim participaram.
Para incrementar um tanto, a televisão inclui na programação uma corrida de cadeirantes (essa, louvável) e um atrativo insosso com ex-atletas e atores globais de terceiro escalão que chamaram por corrida de revesamento. Que seja.
E o locutor da televisão insiste: Maratona Internacional de São Paulo. Onde, homem?
A Globo já ferrou com a tradicional Corrida de São Silvestre que era realizada à noite, na passagem do ano. Mudou para o período diurno do primeiro dia do ano por questões de interesse de audiência.
Nesse andar dessa carruagem, só nos resta esperar por invenções cada vez piores.
(01) O “coelho” é aquele corredor contratado (ou corredores) que “puxam” o ritmo de uma corrida de fundo. Ele não está ali, necessariamente, para competir.
Correm por apenas alguns quilômetros programados, até se cansar ou garantir que imprimiu um ritmo pré determinado para a corrida.
Conforme o ponto de vista, pode ser útil ou prejudicial ao atleta de elite presente.
Postado por Sergio on 29 Mai 2008 | Em: Televisão
Já é notícia a volta da novela Pantanal (de 1990, de Benedito Ruy Barbosa). O SBT comprou as fitas e direitos inerentes, oriundos da massa falida da TV Manchete.
Estrondoso sucesso de audiência na época, a novela fez a extinta TV Manchete colocar a poderosa Globo no chinelo no horário nobre, por seguidas semanas.
O Brasil vivia um “arranque” democrático com a recém promulgada Constituição de 1988, tínhamos como presidente o (de triste memória) fenômeno eleitoral Fernando Collor de Mello e aquela esperança típica do brasileiro em fins de década que a seguinte, seria bem melhor.
Tínhamos já, visto na televisão, obras sobre o coronelismo e cangaço no Nordeste, os Pampas gaúchos, os sertões da Geraes e a indomável Amazônia.
Mas nada ainda do pantanal sul-matogrossense, um dos biomas mais ricos do país e tão pouco conhecido em sua cultura, suas lendas, usos, costumes, fauna e flora.
A novela fez o país gostar de personagens como Juma Marruá, o Velho do rio, a Muda e revelou atrizes como Cristiana de Oliveira, Marcos Palmeira e Paulo Gorgulho, entre outros. E revelou, acreditem, o cantador e violeiro Almir Satter.
Claro que Almir já era nacionalmente conhecido através de programas rurais, esses, das manhãs de domingo.
Mas sucesso mesmo, vendagem expressiva de discos e agenda repleta de contratos para shows pelo Brasil todo, só conseguiu graças à sua atuação na novela Pantanal.
Se puder, tente ver alguns capítulos. Excetuando o caráter nostálgico com atores e atrizes, de resto, é tudo de novela sem recursos para uma melhor produção.
O que vale, é um reconhecimento histórico de como a temática rural realmente ambientada (fora de estúdios) foi um singular achado pelo autor e emissora.
Logo a seguir a Manchete tentou repetir a dose com novela de mesma ambientação (título dela, alguém aí lembra?) mas não teve sucesso. A Globo sim, depois entrou firme no filão, com o Rei do Gado.
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Postado por Sergio on 25 Mai 2008 | Em: Televisão
Falei cedo… Estou vendo a TV. E a reportagem do cara que escapou do cativeiro por sequestro, matando a machadadas um dos sequestradores.
O que motiva um sujeito a mostrar sua cara num programa de televisão depois de uma experiência dessas?
Eu ouvi a reportagem, não me dispus a ir até a tela para ver. E do que ouvi, ele não prestou nenhuma declaração com algum teor interessante.
E o pai dele, justificou sua quebra de anonimato: “Ele é vítima, não é culpado”. Concordo. Devem ter sido maus pedaços os que ele passou. Mas mostrar-se depois disso, achei burrice.
Uma reportagem que a Globo faz chamadas desde sexta-feira para uma edição de menos de três minutos de material… nenhum conteúdo além do conhecido na chamada. Paupérrima.
Só entrevistaram uma autoridade, alertando para a sorte do rapaz, tipo, “crianças, não façam isso em casa”.
Mas, pensando melhor, acho que ele só se animou em mostrar a cara dado a “operação” ter sido efetivada por amadores. Fossem profissionais, duvido que mostraria a cara lembrado que seria, do quanto são perigosos esses grupos.
Se bem que… fossem profissionais, não dormiriam em serviço. Que macabro…
Em blogues, costumam fazer uma pergunta ao final de postagens assim, polêmicas. Vamos a ela então:
E você, teria sangue frio para desferir três machadadas na cabeça de um sujeito dormindo?