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Amizade

Postado por Sergio on 13 Nov 2007 | Em: Tag

Ter amigos é tão maravilhoso quanto é difícil consegui-los. Existe muita coisa dita e escrita sobre amizade, mas na vida real o que existe, é muita confusão com isso.

Amizade no meu entendimento, precisa atingir o grau daquele soldado que voltou para buscar o amigo em campo de batalha depois de ouvir recomendações de todos: “Não vá! Ele deve estar morto já!”. Mas ele voltou e encontrou o amigo em seu último suspiro: “Eu sabia que você viria”.

Forte né? Mas é assim que defino amizade. Até que uma amizade não seja assim provada, são meus “chapas”, meus camaradas preferidos, é gente de boa índole com as quais me identifico.

Amizade é amor sem sexo.

É claro que um “chapa” pode chegar a ser amigo. E você pode pensar então, que não tenho amigos. Mas vos digo que tenho quem possa chamar de amigo sim. Dois ou três sendo que dois deles, são da primeira infância, lá dos quatro, cinco anos de idade.

Sabe, aquele amigo que quando você vai a falência econômica, fica na casa dele por meses e é tratado como irmão, como filho? E pior: nem se sente constrangido, pois sabe que está como em casa?

E a Suyan, que já nem sei mais o que somos, de tão estratosférica que é nossa junção.

Irmão? Ora, irmãos são mais felas da puta que amigos.

Do resto todo do povo que conheço, tenho um grau de relacionamento como descrito nessa postagem que tenho certeza você irá adotar se ler com atenção e entender.

Daqui da blogaria, gosto de todos, sem antipatia por ninguém. Claro que talvez alguém antipatize comigo, mas fazer o que? Não sou de “mascaras”, sou o que sou. Observo os lutadores, os manipuladores, os carentes, os gênios, os incoerentes, os sonhadores… enfim, estão todos tão próximos e ao mesmo tempo tão distantes, que acho bobagem não pensar apenas que são seres humanos como aqueles que estão ao meu lado, na real.

É gente que pensa, sofre, trabalha, sonha, tem fome, dor de barriga, tem sono, etc… etc… etc… Gente.

Aprendo e ensino como todos que aqui estão. Ou melhor: disponibilizo meus conhecimentos para quem neles achar/retirar algum proveito. Hoje, sei que algumas dezenas de pessoas lêem o Trivial. E dezenas, é muito! Imagine uma fila com algumas (mesmo que contado nos dedos de uma mão) dezenas de pessoas. Muito né?

Não sou um velhusco (50) mas para os meninos que acompanham o Trivial desde o começo, minha experiência talvez aparente mais. Entre eles, estão o Fábio, do qual recebi o convite para essa postagem, o Rafael, o Gabiru, o Fran, o Anny Rose, o Max e o Alex aos quais convido para dizer seu ponto de vista sobre amizade.

Tag: O que aprendi como meu blog

Postado por Sergio on 09 Set 2007 | Em: Tag

Foto de olhosRecebi do Fábio o convite para essa tag. Conforme ele mesmo disse, estou blogando faz pouco tempo, menos de dois meses (1). Ler, observar e escrever é meu passatempo. E, com o blog em sí, descobri sim, várias coisas.

A primeira delas, é que se pode construir amizades sólidas por aqui. A bogosfera não é uma comunidade, mas antes, uma multidão virtual. Assim como todas as outras redes sociais também o são.

Comunidade, é quando se busca pela unidade.

E, unidade, é diferente de união. Unidade é algo único pensado por todos. União são alianças estratégicas e/ou táticas entre alguns. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Ou, como costuma arrematar um amigo que tenha cá em minha cidade, para arrematar um raciocínio de mesa de bar: “Cada um é cada um”.

Mas blogueiro é cooperativo por natureza, isso vi. Até por questão de ser a cooperação, um investimento. Se você for bom em alguma coisa, o quanto mais repassar, mais irá se destacar na multidão. Mas que se entenda esse investimento em relações sociais, não outro. Gosto de pensar que tem alguém aprendendo algo com o que escrevo.

Apenas escrever em plataformas de blog, não faz o blogueiro. Blogueiro, é espírito de corpo, é uma filosofia.

Aprendi que por aqui, existem feudos e terras de ninguém como em qualquer lugar no mundo físico, digamos assim. Tem os que sonham e os que abortam sonhos alheios e seus próprios, mentes céleres e celeradas, gigantes, anões, invejosos e invejados.

Tudo que também se vê na rua, na esquina, na televisão, na padaria…

E aprendi a não depender tanto de minha revisora, a ser um pouco mais cuidadoso com nossa língua portuguesa (pero no mucho).

Repasso essa tag para o Rafael, pela simplicidade e humildade, ao Alessandro, por imprimir qualidade (em todos os aspectos) à blogosfera, ao Gabiruta, para ver se “acorda” e faz uma postagem, ao Leandro, que me ensinou como assinar Feeds (acreditem… apanhei) e para a Lú Monte, pelos cuidados com o Dia de Folga (Na próxima encarnação quero nascer menina para ter um blog igualzinho o dela).

(1) - Tive um blog em 2006. Da lista, só conhecia a Lú Monte.