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Helio Castroneves algemado e corrente nos pés. Nos USA.

Postado por Sergio on 03 Out 2008 | Em: Mundo

O destaque:

O brasileiro, duas vezes vencedor das 500 Milhas de Indianápolis e atual vice-campeão da Indy, apareceu na Corte com algemas nas mãos e com correntes nos pés.

A notícia:

Aqui e aqui.

O comentário:

Que azar o do Helinho eles não terem um Gilmar Mendes por lá.

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Carnivale vive!

Postado por Sergio on 29 Set 2008 | Em: Mundo

Carnivalle

Não fosse a agravante deles arrastarem o resto do mundo para o lodo com sua ganância desmedida, irresponsável e arrogante, seria bem isso que eu desejaria para esses yankees de mierda.

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Joga bosta na Geni. Ou, esperando os US$ 700 bi

Postado por Sergio on 26 Set 2008 | Em: Mundo

Segundo as cassandras do economês, nem o Congresso Americano aprovando o pacotão de US$ 700 bilhões bastará para segurar a bronca dos bancos yankees, em quebradeira geral.

Se não aprovarem, então, será um Deus Nos Acuda no mundo todo.

No Brasil, ao que parece, fazem nas empresas o que fazem em times de futebol:

Está nas alturas? Viva a treinador!

Está no ferro? Fora com esse burro!

Espiem só:

A Sadia, uma das principais indústrias alimentícias brasileiras, com fortes vendas externas em carteira, reconheceu uma perda de R$ 760 milhões geradas principalmente por posições em contratos de futuros e opções cambiais. O diretor-financeiro foi demitido.

A Aracruz Celulose divulgou um comunicado informando que a exposição da companhia a instrumentos de derivativos foi “fortemente” afetada pelo dólar e que contratou uma empresa especializada para verificar o tamanho do estrago. O diretor financeiro pediu licença do cargo.

É… pois é.

O mundo está a espera da aprovação do pacotão americano, assim como ficam beatas à espera daquele fumaça branca do Vaticano, quando é anunciado a escolha de um novo Papa.

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Zakumi, o mascote da Copa 2010, África do Sul

Postado por Sergio on 25 Set 2008 | Em: Mundo

Zacumi, o mascote da Copa de 2010, na Africa do Sul

Não sei se gostei ou não do leopardo Zakumi, o mascote da Copa do Mundo de Futebol de 2010, na África do Sul.

Inclusive, sugiro a leitura dessa postagem do Fábio Zanini, um jornalista blogueiro especializado em África. (acompanho o blogue desde o início e ele é ótimo)

Eu só vim aqui para indicar a leitura da postagem do Fábio mas algo me ocorreu…

Já repararam nos pífios resultados de merchandising conseguido por mascotes criados para eventos como Copas do Mundo de Futebol, Olimpíadas, Jogos Pan-Americanos, etc…?

Por pífios, quero dizer sua longevidade como produto, fique claro.

Esses eventos pedem divulgação de massa, produzem brindes (camisetas, bonés, chaveiros e os cambaus…) que pedem alguma coisa para enfeitá-los, para identificá-los, certo?

E pensam esses mascotes apenas como um complemento indispensável para a divulgação, marca e identificação dos eventos mas… descartável.

Eis aí, onde acho que deixam de fazer muito dinheiro.

Alguém se lembra de algum mascote que tenha sobrevivido além do período do evento para o qual foi criado?

Eu, confesso que nunca vi, não me lembro de nenhum. Então, por isso digo que são pensados como descartáveis, efêmeros.

Nunca nenhum deles se tornou estória em quadrinhos, desenho animado ou sequer, restou deles um tiquinho no consciente coletivo.

Será que não há meio deles conseguirem que um mascote sobreviva à temporada do evento?

Eu, em meu modesto e enxerido pensar, fosse eu convidado a pensar num mascote para durar economicamente por mais tempo, primeiro olharia em qual onda fofuxa surfam as crianças.

Porque não é, no caso o Zakumi, um leopardo no estilo mangá, com olhos enormes e outros quetais dessa estética? Não é isso hoje, que as crianças e jovens curtem?

Uma das máximas que aprendi com meu pai: “O que vem de trás, passe para frente”.  (01) Caceta, se é para ganhar dinheiro, façam então para ganhar mais dinheiro.

Tá, dai você pode me dizer que existe a questão da honra nacional, que existe uma questão de criatividade que se sobreponha ao plágio, à cópia, que existe uma conjugação forçosa ao que seja típico…

E eu digo que essas, são idiotices masturbatórias nacionalistas. Afinal, esses eventos têm carater mundial ou, no mínimo, continentais.

E o “jeitinho”, onde fica? Contratem um escritório japonês de design para fazer.

Pronto, resolvido.

Até lembrei de uma produção super tosca da publicidade… Alguém ai se lembra dos primeiros comerciais do Kinder Ovo na televisão? Ultra hiper super tosco.

No entanto, virou febre que durou anos. Viralizado ao ponto de se ver representativo de um comportamento, o Efeito Kinder Ovo, como algo produzido que se sabe o formato exterior mas não o que está dentro.

(01) - “O que vem de trás, passe para frente”, tanto ser para coisas boas como para aquelas duvidosas.

Quantas vezes não lhe chega de surpresa um problema que não lhe compete, não lhe acrescenta nada nem ajuda a ninguém se tentar resolver, não foi você que criou nem pediu?

Deixe-o (o problema) seguir seu caminho e você, siga sua vida.

O livro mais caro do mundo. Eita oportunistas…

Postado por Sergio on 24 Set 2008 | Em: Mundo

Na reportagem você pode ler como, onde e qual material e arte utilizado. Você verá que cada exemplar custou uns 100 mil euros (RS$ 265 mil).

Tudo bem. É um trabalho. Faturar sobre o patrimônio de domínio público, é uma baba, não há o que se pagar de direitos autorais. Mas Michelangelo Buonarotti ficaria muito puto se ouvisse uma das “justificativas”, a mais esdrúxula:

“A presidente da FMR, Marilena Ferrari, afirma que os livros da coleção Book Wonderful representam uma maneira de reagir à ameaça de desaparecimento do livro impresso, causada pela internet” (01)

Pelamordedeus…. Onde está escrito o acima, entenda:

O empreendimento em arte de domínio público é uma baba. Crises mundiais fodem os pobres mas os nababos sempre serão mercado consumidor de produtos para sua alta vaidade, esses otários.

Que coisa…

Mas eu invejo essas sacadas, sabiam? O cara tem grana para empreender e descobre um filé.

E são daqueles filés únicos. Por exemplo: Se fizerem uma outra série, com um outro renascentista italiano… digamos… Leonardo Da Vinci, por exemplo, eu penso que já não seria a mesma coisa.

Claro que venderia, mas já não tem a primazia do ineditismo. Mas como tudo que rende grana pinta concorrência, podem apostar que outros seguirão pelo caminho.

(01) - Então tá. Livros de 100 mil euros farão uma diferença enorme para o mercado editorial e para o fomento do hábito da leitura nas pessoas.

Pior que essa, só mesmo aquela do astronauta brasileiro, que disse que fazia aquilo porque era bom para as criancinhas, para elas se interessarem pelos estudos.

O que você faria com US$ 700 bilhões?

Postado por Sergio on 21 Set 2008 | Em: Mundo

Bem, além de colocar você no topo da Forbes por tempo indeterminado (pela eternidade talvez. Hoje, o primeirão Warren Buffet tem coisa de US$ 62 bi), seria um dinheiro que provavelmente ninguém veria num “elástico” só.

É esse dinheiro todo que o governo norte-americano pretende desembolsar para salvar da bancarrota o sistema de crédito do país. E por vias diretas, o mundo todo de uma terrível enxaqueca econômica.

Não serve para mensurar (os comparativos se mostram tão longínquos à percepção real tanto qual) mas apenas para um noção, veja só onde e mais ou menos quanto, noutras inversões:

US$ 700 bilhões x duas vezes e meia, é o PIB do Brasil

US$ 700 bilhões é mais que o PIB da Argentina e do Chile juntos.

US$ 700 bilhões é quase 70% do PIB do Canadá

US$ 700 bilhões é quanto o Pentágono gastará no presente ano fiscal

(Iraque, Afganistão… estão ligados?)

US$ 700 bilhões é apenas US$ 30 bi a menos do que os USA gastaram com a Guerra do Vietnã

US$ 700 bilhões é duas vezes o valor do que os USA gastaram com a I Guerra Mundial

US$ 700 bilhões é igual a 20% do que os USA gastaram na II Guerra Mundial

US$ 700 bilhões é mais que o dobro do que os USA gastaram com a Guerra da Coréia

E os USA têm lá seu programa social para crianças pobres, sabiam? Um tal de Head Start que ajuda 900 mil crianças de famílias pobres.

US$ 700 bilhões seria o bastante para manter esse programa pelos próximos 100 anos.

Faça ai, suas conjecturas.

Se aprovado o pacote de socorro pelo Congresso dos USA, a dívida pública do país salta dos US$ 10,6 trilhões para US$ 11,3 trilhões.

Como podem ver, apenas uma pinta a mais na onça.

Mas para o mundo pode ser uma ferida a mais no lazarento, dado a enorme dependência que o mundo tem do desempenho da economia dos USA.

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