Hype

Arquivo no Assunto

Cãozinho deixado a morrer de fome por artista

Postado por Sergio on 18 Mai 2008 | Em: Hype

Cãozinho morto de fome por artista

Guillermo Vargas Habacuc é inocente, está bem? Ele não maltratou cão algum, com a fome.

Determinados hypes encontram a graça de se estender, se transformando em viral.

Se o início foi fantasioso, a partir daí começam a tombar suas vítimas.

E dentro da máxima atribuida a Joseph Paul Goebbels (01), a primeira delas, a verdade.

Como essa postagem estará bem “bitaiteada”, digo logo que depois da cagagésima vez que recebo uma corrente de e-mail amaldiçoando o artista Guillermo Vargas Habacuc e indicar esse link do Bitaites para leitura, é que resolvo por essa postagem e ela, passar depois, a indicar.

Sim, assim deixo de toda vez ir lá pelo Bitaites consumir preciosa banda procurando pelas URLs.

Tenho cá no blogue uma postagem descendo o porrete no Datena e o povo, os justiceiros, nela tudo descarregam. Uma ou duas, acho que até aprovei do caso. Depois, não mais.

O pior, é que deixam telefone e documentos, os insanos. Eu até as editava e retirava esses dados, antes da publicação. Agora, essa porcaria que se apresentou o Wordpress 2.5.1, nem estou encontrando onde editar comentários. Tem onde?

Portanto, se você chegou até aqui para me falar desse bendito cãozinho, antes siga o link indicado acima e leia-o. E aos outros, nele citados.

E, como de praxe, rola uma petição (uma das trocentas que rolam e que nada resolvem…) com absurdo número de assinaturas. Vejam:

Petição contra artista que matou cãozinho de fome

Pô.

(01) - Joseph Paul Goebbels foi o Ministro da Propaganda Nazista, de Adolph Hitler. A máxima a ele atribuida, diz: “Minta uma vez, minta duas, minta três. E minta. Quando você próprio estiver acreditando em sua mentira, o povo faz tempo estará também”

Isabella e o caso Cláudia. Divagações.

Postado por Sergio on 23 Abr 2008 | Em: Hype

Em 1977 a jovem Cláudia Lessin Rodrigues, vinte e um anos, estudante, foi encontrada jogada em um rochedo, seviciada e assassinada, no Rio de Janeiro.

O principal acusado, Michel Frank, de família rica e influente. O crime foi apurado em poucos dias por Jamil Warwar, inspetor da política carioca. Foi afastado do caso pelo governador Faria Lima, amigo do empresário Egon Frank, pai do acusado. Tempos de ditadura era assim, o poder era para os amigos.

Michel fugiu para a Suiça (tinha dupla cidadania) depois de sua prisão decretada. Alegavam que Cláudia morreu de overdose numa festa de embalo. Os peritos apontaram sua morte por asfixia e em seu corpo, não foram encontrados vestígios de drogas.

Em 1989 Michel Frank é assassinado na Suiça, onde estava impune. Não me recordo, pesquisei mas não encontrei. Se mal recordo, acho que sua morte ficou ligada ao tráfico de drogas.

No caso Cláudia, apenas um cabeleireiro, George Kour, que participou, foi condenado por ocultação de cadáver.

Vi o filme O caso Cláudia ainda na época. E das marchas e contra-marchas do inspetor Jamil na cata de provas, é que o caso/filme me veio à mente. E não outras semelhanças, pois esperamos todos que no caso de Isabella, ele não venha se juntar aos casos de assassinatos por “filhinhos de papai” que nunca em nada dão.

Araceli, em Vitória, um outro caso mais cantado que “virou” o livro “Araceli, meu amor”, de José Louzeiro.

Sem comparações os recursos da polícia científica de agora com o desses outros tempos. No filme de Cláudia, Jamil ia em busca de testemunhas capilares, como faz agora a polícia paulista. Um espirro, uma tossida fora do tom por alguém que viu ou ouviu algum dos familiares do pai ou madrastra de Isabella, é buscado e ouvido.

Crimes, “filhinhos de papai” impunes, testemunhas de um tudo… O que me faz perguntar: será filme depois?

Não é por nada não. Mas é que em meio a essas idéias difusas não ficou sem passar isso por minha cabeça. E o Alessandro Martins modela numa postagem em seu blogue minha sensação para o caso. “Ganchos”, não faltariam.

O meio é podre e a grana é farta. Não jogo com fatos, mas percepções. Se esse blogue durar, vocês se lembrarão de comentar dessa postagem. Ou não, se o blogue não durar ou se nada disso acontecer.

 

Paris Hilton, ergo Gisele Bundchen

Postado por Sergio on 18 Fev 2008 | Em: Hype

Paris Hilton esta a decepcionar seu fã-clube com algumas semanas sem aprontar uma sequer. A patricinha loira fatura milhões como celebridade e não pode ficar ausente da média tanto tempo assim. É ruim para os negócios.

E cuide-se ela pois que “rainha morta, rainha posta” (como arremedo do ditado), as lentes dos fotógrafos e caçadores do inusitado não descansam.

Saiba Paris Hilton que quando mais demora para… para… (ah, o que falta ela fazer para uma câmera de vídeo?) a imprensa, desocupada com fatos que podem alterar os rumos da humanidade e do planeta, não tardam a eleger um novo hit.

Ou não foi isso que acharam de fazer com Gisele Bunchen, por tomar vinho nas tribunas da final do Super Bowl(01)?

Cheios de trolólos, o que se escreveu sobre isso já ganhou até um “gate” básico: Winegate,Gisele Bundcheno escândalo do vinho.

Insinuam desde uma falta de concentração dos jogadores na partida pela simples presença da übermodel, até uma quebra de convenções. Afinal, só se bebe cerveja e em copos plásticos nos estádios.

Gisele ali estava porque seu namorado, Tom Brady, jogava pelos Patriots da Nova Inglaterra, time que perdeu para os Giants de Nova York. E alguns até creditam essa derrota, à sua presença. Pode isso?

Fosse com Paris Hilton, alguém duvida que ela estaria saltitante?

E os caras, (a maior onda, de blogueiros torcedores fanáticos) tentaram descobrir qual o vinho que ela tomava, chegando a telefonar para a agência que detém o “passe” de Gisele, para especular. Sem resposta e, tipo aqueles surdo-mudos da Globo que fazem leitura labial, acharam os especuladores por dizer que se trata de um vinho barato, de US$ 15 a garrafa.

Pergunta boba ao final da postagem: Já imaginaram a Gisele Bunchen tomando gosto por factóides?

A notícia, está no THE WALL STREET JOURNAL

(01) - Super Bowl? Sei que é relativo ao futebol americano, apenas isso. Se você souber mais, escreva nos comentários.

Como quebrar cadeados de fotos no Orkut

Postado por Sergio on 17 Jan 2008 | Em: Hype

Como quebrar cadeado de fotos no Orkut

Sem que você tenha o Firefox instalado, não dá! Se você usa essa porcaria do Internet Explorer, sem chances. Ele não aceita códigos.




.

.

.

iPod em camelôs. Demora ainda?

Postado por Sergio on 15 Set 2007 | Em: Hype

Quando retornei à blogosfera (com esse humilde Trivial), ainda tinha resquícios do hype iPhone.

Ele já se encontrava naquele estágio de irreversível esfriamento depois da fervura, esfriando de todo.

Não “peguei” então, o hype do iPod, que aconteceu bem antes.

Mas vou ser o primeiro a anunciar a venda do iPod em camelôs para dentro de seis meses, no máximo.

iPod isso? (lindo trocadilho!!!)

Pode sim. Tanto pode que ele já está custando uns R$ 360,00 em prestações de uns R$ 10,00, que eu já vi publicidade por ai na rede.

Vocês não acreditam que a máfia do contrabando vá dormir de touca, não é? Espere só.

Quer mais?

Porque então, você acha que Steve Jobs não se interessa nem um pouco pelo mercado brasileiro para o iPhone?

Vive esnobando as operadoras “brasileiras” que estão cortejando a Apple pela primazia de serem as primeiras a lançar o iPhone no Brasil.

Porque primeiro, eles desovam no Terceiro Mundo seu rico descarte. Acham então, que uma linha de produção/contatos/contratos/distribuição é desativada sem que se extraia dela até seu último potencial milhão de dólares?

Só depois de feito essa “catança” é que ele vão pensar na então velharia iPhone para o Brasil.

Tolinhos…

11 de setembro de 2001

Postado por Sergio on 11 Set 2007 | Em: Hype

11-11O 11 de setembro de 2001 não foi a pior e não há quem possa garantir aos americanos do norte, que seja essa sua última tragédia.

O ataque japonês em Pearl Harbor foi bem pior. E o que dizer então, da derrota no Vietnã?

No primeiro caso, como foram vencedores na II Guerra Mundial, a dor pode ser em parte, sublimada.

No caso do Vietnã, a pressão da sociedade sedimentada ao longo de infindáveis “sacos pretos” que chegavam, fez a dor ser diluída no processo.

A vergonha por terem se batido com o rabo entre as pernas, foi um preço pequeno a pagar.

Império único e gendarme do mundo depois da sucumbência da União Sovietica, os USA, se fazem o que fazem com o resto do mundo, aceitam também o preço estipulado.

Um país que consome sozinho quase metade da energia produzida no mundo (só de petróleo, são 25%) para manter sua estrutura funcionando, não pode desejar que todos aceitem pacificamente serem explorados.

Esses guerrilheiros são patriotas ou são radicais porque são muçulmanos? Ou são apenas usados?

Não acredita que um “edir macedo” da vida não tenha controle sobre suas hostes cristãs, a ponto de sugerir determinados sacrifícios, se acaso seu império viesse a ser ameaçado?

Pois é. Pense ai.

Eu, não condeno ninguém. Nem os americanos por tentarem manter seu status quo no mundo nem os guerrilheiros por contra-atacaram com o que dispõem. Cada um é cada um.

Vale lembrar que o “famigerado” Bin Laden foi aliado dos USA, quando da invasão sovietica do Afganistão. Assim como o finado Sadam Hussein também foi, quando da tomada do poder pelos aiatolás no Irã.

Antes, Sadam era inimigo. O amigo era o xá Reza Pahlevi, do Irã, que foi derrubado pelos aiatolás.

Como podem ver, desde sempre os USA fazem seu jogo de xadrez por ali. Inclua isso: sustentar no poder dirigentes corruptos, para manterem seu povo “domado”.

Isso, de fazer de Geni (1) nações inteiras, Abraham Lincoln deixou um vaticínio: “Podeis enganar toda a gente durante um certo tempo; podeis mesmo enganar algumas pessoas todo o tempo; mas não vos será possível enganar sempre toda a gente”.

No caso das Torres Gêmeas, até os americanos estão divididos da validade de perpetuar essa lembrança. Olhem só a foto da “multidão”(2) no Marco Zero. Uma passeata do GLTB, um show de rock ou um manifestação evangélica reúne mais pessoas que isso.

Como disse uma amiga publicitária, “Americano faz business até de uma pedra. Cerca, ilumina com neon e cobra ingresso”.

O quanto esse 11/11 não pode estar rendendo para Nova Yorque? Não deve ser pouco. (3)

(1) - Geni é a da música Geni e o Zepelim, de Chico Buarque. Uma metáfora sobre a “usabilidade” de, no mínimo, pessoas.

(2) - Olhem a foto gente! Feita com aquele tipo de lente que “ajunta” as imagens. Qual o nome dela? Grande angular… é isso? Bem, se não fosse ela, a “multidão” seria até menor do que parece.

(3) - Se você for um cara que mexe com sites, ano que vem pega eles. Faz ai uma merreca qualquer para acender velas virtuais e garanto que consiguirá um linkbaiting gigante.

 

Next Page »