Gay
Arquivo no Assunto
Arquivo no Assunto
Postado por Sergio on 24 Jun 2008 | Em: Gay
Os enamorados são o de branco e o de preto. O de preto, é o Orkut, o cara que criou o Orkut.
Meu cérebro ficou dando voltas… Qual seria a história dele?
É rico, famoso, bem sucedido e, de repente, se vê gay?
Ou é gay e, de repente, se vê rico, famoso e bem sucedido?
A loira estranha no ninho é uma executiva do Google, ao que parece.
Rá, rá, rá… quero ver o primeiro engraçadinho que postará “essa carinha de nerd nunca me enganou…”
Postado por Sergio on 10 Mai 2008 | Em: Gay
Fabiano de Barros Portela, agora Fabiane, é protagonista de polêmica que promete monopolizar alguns programas de televisão.
Começou com o Jornal da Globo e a trajetória lógica desses casos são os talk shows. Do Programa do JÔ a Hebe Camargo e (fim de carreira se por lá aparecer), Luciana Gimenez.
Acontece que Fabiano é sargento enfermeiro do Exército Brasileiro e, de suas últimas férias, voltou mulher. Eu acho admirável e parabenizo sua coragem. Mesmo não desconhecendo as difíceis barreiras que enfrentaria na volta à corporação, Fabiane fez o que mandava sua consciência.
O Exército, baseado em tratados genéricos, trata o transexualismo como doença, como distúrbio de comportamento. O remédio deles? O isolamento.
Fabiane demanda agora para mudar seu nome de registro e continuar na corporação, servindo na mesma função, a enfermagem. Caso seja reformada, considerada inapta para o serviço militar, ela receberia seus proventos rebaixados à condição de terceiro-sargento (algo pouco menos dos R$ 2 mil).
O lado curioso da reportagem (para um blogueiro), foi o brasão da unidade onde Fabiane está vinculada. Mas, onde? No Blogblogs?
Postado por Sergio on 19 Abr 2008 | Em: Gay
Bastam algumas informações percebidas à socapa, dessas, que rolam pela imprensa, para notar que temos uma guerra em curso.
Tome de um lado a comunidade gay em sua busca pelo reconhecimento amplo e, de outro, seculares instituições como a Igreja e a opinião pública da nação mais poderosa do planeta como peleadores. Os dois últimos, como subentendido, aliados.
São interesses fortes a unir os ditos aliados. Consegue vislumbrar? Para a Igreja, nada mal ter essa parceria e amizade provedora de segurança e fundos. É. Fundos, óbulos, donativos.
Pelos lados dos USA, alguém duvida que lhe é interessante a sustentação do cristianismo? Notícias dando conta que o islamismo já é a segunda religião do planeta não devem ser lá muito alvissareiras, não é mesmo?
Quanto à Igreja, bem… a Igreja… Ela tem seus dogmas e permitir ruína deles é atentar contra sua própria razão de ser. Bate o pé contra a camisinha, o aborto e união civil entre pessoas do mesmo sexo. A Igreja Católica coleciona erros históricos e nem por isso deixou de se manter com uma das instituições mais fortes do planeta.
Mas eis que, na contenda, surge a cavalaria (e aos toques de clarins) para tomar parte. E cerrando fileiras com as ambições gays.
Um tal mercado, conhece? Pois é…
Desde que me entendo por instruído sei que usos e costumes formam bases para o Direito, não é assim?
E que tal uma campanha publicitária de medicamentos fazendo apologia à adoção de crianças por casais gays? Pois o que vi na televisão, ontem. Um comercial de uma pomada bactericida, reparei isso.
Então, o mercado “descobriu” que existe esse nicho? É isso? Sim, descobriu. E trazendo ventos favoráveis à causa gay. Se existe a realidade de casais de mesmo sexo dados como dois pais ou duas mães para filhos, então, é tudo uma questão de tempo para sua plena assimilação social.
Pela força do mercado.
Uma prova? Já contei a história do jeans, “a calça velha azul e desbotada” definindo liberdade?
O jeans era revestimento para cargas, uma espécie de lona. Por sua rusticidade, foi adaptado como vestimenta para mineradores. Migrou para o campo e vestiu vaqueiros (John Wayne) e conquistou simpática identidade rebelde vestindo Marlon Brando, James Dean e Marilyn Monroe.
O movimento de contra-cultura dos anos sessenta adotou-a em represália a sociedade de consumo. O mercado fez moda da “liberdade” e o jeans é hoje, isso que sabemos: apenas mais um item (e excecpcional) para a sociedade de consumo.
Minha opinião? Sabem, o conceito de família já foi diferente do visto hoje. Mutações nas estruturas sociais, são decorrentes na natureza humana e outras virão. Família, são os que formam um lar.
E lar, é o teto onde pessoas vivam em relação estável e harmoniosa. Crianças, precisam crescer amparadas nisso.
Importa o resto?
Postado por Sergio on 16 Jan 2008 | Em: Gay
Já pesquisei, instigado que fui pela curiosidade de outros, porque o Buda é gordo e também, porque os cofrinhos são porquinhos.
Mas, porque as estátuas gregas têm pinto pequeno, nunca me perguntaram. Como deu-me às fuças essa foto da escultura de Héracles (Hércules) e na falta de blogagem melhor, vamos ao que me ocorre em resposta à minha curiosidade:
O ideal de beleza grega foi absorvido pelo império romano, sucumbiu na Idade Média e foi resgatado na Renascença, por seus pintores e escultores.
Até aqui, o óbvio conhecido. Mas, e a questão dos pintos pequenos em estátuas, que ideal é esse?
Sei não… Embora a literatura e o cinema ora afirme, ora apenas insinue uma normalidade homossexual entre os gregos, isso não responde pelo ideal do pinto pequeno. Héteros ou homos, o uso da “ferramenta” não é abdicável.
Se por estarem a trepar os machos entre si não era tido como abominável, reprimido ou censurado, restam então, explicações guerreiras e esportivas para o pinto pequeno como ideal.
Das explicações guerreiras, Frank Miller (no gibi dos 300) os fez guerrando nús contra Xerxes, usando como roupagem apenas a capa. No filme, colocaram-lhes uma sunga (eh, eh, eh… ao melhor estilo barbie), por questões óbvias com o público.
Mas, afinal, guerreavam vestidos ou peladões? Se peladões, umas cousas avantajadas balouçando durante a batalha certamente seriam inconvenientes aos movimentos do guerreiro.
E, puta merda, seria um membro adicional (e ali, inoperante) a ser defendido. (Boa essa.. até eu ri aqui…)
Já imaginou uma observação assim, entre pais: “Seu filho não será um bom guerreiro para Esparta. Ele tem o pau muito grande”. Que frustração não seria isso, para esse pai com filho de pinto grande…tsc, tsc, tsc…
Como explicação esportiva, o imbróglio seria durante os jogos olímpicos, que serviam exatamente para ressaltar a força, a agilidade e a destreza nos gregos. Todos competiam nús e mulheres não podiam participar nem assistir, o que denota um reconhecimento pudico com relação aos paus.
E onde tem jogo, tem apostas. Já imaginou os abastados cidadãos atenienses apostando em seus contendores preferidos?
“Aposto mil drachmas que Isdro vencerá essa prova do péntatlon!”
“Mas Isdro é azarão para essa prova, meu amigo. Tem a destreza necessária mas tem o pau grande demais para não fatigar-se com o incômodo”.
Outro comenta:
“Ouvi essa semana, que Isdro providencia cirurgia. Eunuco, talvez reúna chances maiores para os jogos vindouros”.
E um último arremata:
“Todos podem se equivaler na compleição, pelos treinamentos. Mas deveriam instituir, como ordem, de apenas os decepados se tornarem atletas”.
Como não instituíram a ordem castradora, gregos guerreiros e olímpicos continuaram com seus paus a incomodar nas pelejas guerreiras e esportivas.
E o pau pequeno perpetuou-se como ideal grego, em suas esculturas.
Quanta bobagem…
Postado por Sergio on 04 Jan 2008 | Em: Gay
Como já comentei por várias postagens, eu não vejo novelas. Não ver, no sentido de “acompanhar”, de vivenciar a trama. Mas, para quem só tem a televisão aberta ao alcance, é inevitável não tê-las às fuças.
E delas, não sei o que se passa em “Caminhos do coração“, da Record. Mas essa reportagem com o ator Cláudio Heinrich explica que por lá (na novela) vivem um drama que tem o homossexualismo como condimento picante.
Inclusive, depois do filme Brubaker Montain (que ainda não vi) a temática ganhou ares mais cults, estando os atores em laboratórios mais esmerados para viver as personagens homossexuais masculinos (01), visando recriar um comportamento original, longe daqueles de até então que iam dos meramente caricaturais aos extremamente bizarros.
Quando eu disse acreditar que o futuro sexual da humanidade seria o hermafroditismo, eu falei sério, não o fiz brincando. E a homossexualidade generalizada seria um estágio intermediário nessa mutação
Ou transição, como preferirem. Em minha “tese”, genes e memes estão envolvidos no processo. De qualquer forma, não estarei por aqui para verificar, como não ficaram e nem ficarão todos que acreditam num engenho moto perpétuo.
Se notarem, verão que até inclui uma categoria Gay no blogue, pois o assunto é atraente e estou certo que muito o que se escrever ainda virá.
No mundo legal, as discussões prosseguem. Partindo das eleições presidenciais norte-americanas, onde o casamento gay sempre é lembrado e discutido, às leis que inibam a discriminação ao redor do mundo ocidental, os homossexuais têm avançado em seus direitos da mesma forma que aconteceu na história com a mulher e minorias raciais e religiosas.
No Brasil, são vários os políticos eleitos pela comunidade gay (se é que assim podemos chamar…) mas até agora, apenas a hétero Marta Suplicy esteve em evidência na luta pelo casamento gay. Ou, tecnicamente dizendo, a legalização da união civil entre pessoas do mesmo sexo.
Quem sabe com um beijo gay em novela de televisão essa realidade passe a ser assim encarada, tecnicamente, sem preconceitos. Afinal, é dado ao Direito absorver e disciplinar existências de fato, de forma que fiquem ao amparo da lei.
A Rede Record de Televisão é propriedade da Igreja Universal do Reino de Deus, onde talvez resida a impossibilidade do beijo gay em sua programação. Alías, tramas similares já ocorreram na Rede Globo, que recuou. Até “matou” lésbicas em suas novelas, para esquivar-se da censura do telespectador.
O Brasil é um país religioso e o preconceito conta com isso como aliado.
Mas, com o esperado beijo talvez vejamos a questão ser encarada como a existência do amor entre dois seres humanos, e não tão somente, o relacionamento sexual de conjunções carnais, coisa que as Paradas Gays mais evidenciam.
Em detrimento de seus direitos, a meu ver, pois que passam essa visão distorcida à sociedade.
Paradas Gays, que venham a ser depois (futuro remoto ainda…) extintas pois o que ali hoje vemos, cabe perfeitamente em eventos carnavalescos, eis que é apenas festa. Seja apenas festa então.
O assunto segue um dia.
(01) - Homossexuais masculinos. Fica até esquisito né? Ainda é tudo um pouco esquisito mas com o tempo, isso irá se esclarecendo.
O desconhecimento, que é mãe dos preconceitos, é que precisa ser abolido. E desconhecimento, só se obstrue, dando conhecimento.