Que viva Pablo Escobar!
Não segurei o riso com uma série de reminiscências depois que o – agora, para mim, famoso – Pablo Escobar, meia-atacante do Santo André fez um o gol de empate contra o São Paulo nessa tarde de domingo.
Com seu gol, o maravilhoso Pablo Escobar impediu que os bambis se distanciassem, providência benéfica que o Vitória também impôs ao Palmeiras e Internacional no correr da semana.
(É… estamos ai, voltando com o Timão se rearrumando e hoje tem o Goiás. Se ganhar, encostamos nos líderes.)
Mas Pablo Escobar foi um mega-traficante colombiano que anos oitenta era o Inimigo Número Um dos USA. Fiquei a pensar em seu pai ou mãe, o que os levaram a batizá-lo com esse nome.
Pesquisei e vi que não são do Brasil, o que retira um pouco da névoa. Esse meu agora mui estimado Pablo Escobar é uruguaio. Atualmente com cidadania boliviana e jogando há algumas temporadas no Brasil.
Mesmo assim, ainda uma névoa. Afinal, o Uruguai é bem longe da Colômbia e não seria então, filho de uma das famílias de protegidos do traficante para receber o nome.
E, como esse é o primeiro homônimo do traficante que vejo, não deve ser uma daquelas ondas de nomes copiados de celebridades ou de raízes culturais. (Sim, que tal Ribamar?)
Vai permanecer a névoa…
Depois, uma boa olhada na figura, olhem só o nariz como detalhe. O cara não parece ter sido o modelo das personagens representando índios do altiplano, desenhados por Walt Disney nos Almanaques do Tio Patinhas?
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