Separados no nascimento

Postado por Sergio em 02 Jul 2009 | Em: Blog

José de Abreu

Esse é Pandit, de José de Abreu, na novela Caminho das Índias.

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Mola Ram

Esse é Mola Ram, de Amrish Puri, de Indiana Jones e o Templo da Perdição.

Sei lá, vi o Pandit na novela e associei. Não erro muito, né?

Corinthians, Mano, campeão do Brasil

Postado por Sergio em 02 Jul 2009 | Em: Corinthians

Mano Menezes, esse é o cara. Ter Ronaldo no time, sem que o time precise de Ronaldo.

Mas Mano deixou escapar em entrevista a “natural” saida de alguns jogadores, que deverão ser negociados. Faz parte, mas não acho isso natural.

Uma pena um time, acertadinho como está, ser assim trinchado feito frango de quermesse.

Mas tem o lado do atleta. Com um contrato na Europa, acerta a vida de gerações de sua família.

Depois, se não bastasse a dificuldade em encontrar valores à altura para substituí-los, o time demora um pouco para adaptar-se às características dos chegantes.

Houve um tempo em que atletas firmavam contratos de dois anos com o clube e, não raro, seguidas renovações.

A gente se acostumava com eles nos posters. Até o banco de reservas era o mesmo. Foi-se isso com a reabertura do mercado europeu.

Tudo bem. Eles se vão mas o Corinthias fica.

Uma postagem bobinha essa. É que São Paulo fica mais agradável quando o Timão fatura taças. As pessoas ficam mais felizes.

Inclusive, no Bar da Ponte, reduto corinthiano a umas quatro quadras cá de casa, os festejos de ontem durante a partida chegavam mais alto que o som imprimido pela Globo, pelo poucos milhares de corinthianos no Beira Rio.

E agora, ainda soltam morteiros pela cidade.

Rumo à Tríplice Coroa.

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Obrigado, Sarney

Postado por Sergio em 01 Jul 2009 | Em: Política

Sei não, mas acho que o Sarney fez um favor ao Brasil quando aceitou a presidência do Senado.

Estamos pressionando para derrubar, não um maracutaieiro qualquer, mas um ex-presidente da República de período histórico. História de péssimas lembranças, mas histórico.

E quando digo nós, digo a sociedade brasileira, a imprensa, as pessoas e a própria instituição.

Ali mesmo, no Senado, marchas e contra-marchas no processo de destituição de alguém de algum cargo é natural, faz parte do jogo democrático.

Nossa democracia e jogo político são assim rasteiros graças ainda à presença dessas personalidades que ainda persistem no apego ao poder.

Como não há renovação espontânea, evoluimos nas cobranças, provocando esses afastamentos.

Sarney presidente do Senado foi articulação-mor do Renan, certo? Foi como erigir merda sobre uma base de merda.

Renovação? Já repararam em perdedores de eleições presidenciais nos USA, como eles somem, desaparecem da média?

Podem reparar que o perdedor não volta a competir na eleição seguinte. Isso é renovação, coisa que ainda estamos bem longe por aqui.

E outro dia, reparando num vídeo onde o Sarney reclamou algo como “não fui eleito para limpar o lixo da cozinha do Senado”, viram ou leram algo assim?

Pois é. Num trecho do vídeo, ele diz textualmente, “Pensei que tinha sido eleito como presidente para usar o Senado politicamente…”

Juro por Deus que ele falou exatamente assim: usar. E usou, arrumando bocarras para sua enorme família.

O apego ao poder, o não saber fazer outra coisa a não ser usar o Poder, é que são essa gente.

E, “politicamente”… Política, para eles, nada mais é que conchavos em benefício próprio e seus apaniguados. Essa mentalidade é que estamos a extirpar.

Seu vice no Senado, parece que tem um rabo bem felpudo também, tipo Renan. Então, se assumir, terá que aguentar o rojão que virá.

Entre aqueles senhores, o mais bobinho consegue passar linha da agulha no escuro. Com luvas de boxe.

Mas que percebam então, que doravante na disputa por cargos na casa, antes de seus nomes, chegarão seus currículos.

Em alguns casos, a “capivara”.

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Direito de opinião na China

Postado por Sergio em 29 Jun 2009 | Em: Mundo

O repórter aborda o transeunte e faz a pergunta.

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E orienta como deve ser a resposta. O cidadão escreve de próprio punho o que dita o repórter.

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A câmera woman (é certo assim?) posiciona a tudo e todos.

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E grava a resposta.

Certamente ela está focando apenas o microfone e o entrevistado, que agora lê o papel da mão do repórter.

Link para ver a sequência completa e em fotos maiores.

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